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  • Há males que vêm para bem.
    var] Há males que vem para o bem.
    var] Há males que vêm por bem e bens que por mal vêm.
    var] Há males que vêm por bem.
    la] Nunc bene navigavi, cum naufragium feci.
    var] Há males que vêm por bens.

    Há males que vem para o bem.

    Há males que vêm por bem e bens que por mal vêm.

    Há males que vêm por bem.

    Ha mandata la balla sotto la corda.

    Há mar e mar, há ir e voltar.

    Hä maut sik plagen as en Rui'e.
    Grafschaft Mark
    i] Erst recht wahr, seit man die Hunde als Zugtiere gebraucht, eine Tierquälerei, die übrigens in Belgien nach dem Curieusen Antiquarius schon zu Anfang vorigen Jahrhunderts getrieben worden sein soll.

    Hä maut wîer (er muss wieder) Haar hewwen van dem Rü'en, dä 'ne gistern bîeten hiät.
    Iserlohn
    i] Sagen die Zechbrüder, um gegen die Folgen des gestrigen Zechens dieselben Genüsse zu empfehlen, weil Hundshaare Hundsbisse heilen sollen

    Ha men velen, però che sua malizia

    Há mentiras escandalosas que se coonestam com os nomes de hipérboles e exagerações.

    Há mentiras que são enobrecidas e autorizadas pela civilidade.

    Há mil modos de morrer e um só de nascer.

    Há mistérios profundíssimos na Natureza, que não é dado aos homens penetrar e compreender; se isso lhes fosse possível, deixariam de ser tais, e se tornariam entes de diversa natureza.

    Hä möckt 'n Gesicht, we de Katt de Dêg fröäten hät.

    Ha möckt sich brêt (breit) ass de Padd in 'n Moandschîn.

    Há moiro na costa.

    Há morte e destruição neste mundo para que haja sempre vida, formação e renovação com variedade e novidade.

    Há mouro na costa.

    Há mouro(s) na costa.

    Há muita gente a quem o sol, o frio, a calma ou as bebidas podem fazer corar as faces, porém nunca a vergonha.

    Há muita gente boa com quem Nosso Senhor não podia viver.

    Há muita gente boa e feliz, porque não tem suficiente liberdade para se fazer má e desgraçada.

    Há muita gente feliz sem saber que o é, e/ou que se considera desgraçada por não conhecer ou não haver experimentado os numerosos males da vida humana, contrastes indispensáveis para uma exata avaliação dos inumeráveis bens da mesma vida.

    Há muita gente infeliz por não saber tolerar com resignação a sua própria insignificância.

    Há muita gente má por conta dos outros, e não por sua própria.

    Há muita gente má que não consente que a façam boa.

    Há muita gente para quem o receio dos males futuros é mais tormentoso que o sofrimento dos males presentes.

    Há muita gente que morre embebida nos vícios e prazeres da vida, como as formigas e outros insetos na calda do açúcar.

    Há muita gente que presume honrar a sua rudeza, grosseria e incivilidade qualificando-as de franqueza, independência e amor da verdade.

    Há muita gente que procura apadrinhar com a opinião pública as suas opiniões e disparates pessoais.

    Há muita gente que se considera infeliz em não alcançar o que a fizera realmente desgraçada se chegasse a conseguir.

    Há muita gente que se queixa, como outra se ri, por hábito e costume.

    Há muita gente que tem por ofício arriscar a sua vida para a manter e conservar.

    Há muita gente que, assim como o eco, repete as palavras sem lhes compreender o sentido.

    Há muita gente que, como as abelhas, presumem trabalhar para si, quando o produto do seu trabalho é para os outros.

    Há muitas coisas (o. cousas) que os néscios presumem saber, e que os sábios confessam ingenuamente que ignoram.

    Há muitas maneiras de matar (as) pulgas.

    Há muitas Marias na terra.

    Há muitas ocasiões em que a mesma prudência recomenda o aventurar-nos.

    Há muitas ocasiões em que os ricos e poderosos invejam a condição dos pobres e insignificantes.

    Há muitas ocasiões na vida em que invejamos a irracionalidade dos outros animais.

    Há muito furto e engano à conta do cigano.

    Há muitos burros do mesmo pêlo.

    Há muitos diabos que se parecem uns com os outros.

    Há muitos divertimentos que não correspondem aos incômodos e despesas antecedentes e conseqüentes da sua fruição. E melhor, em tal caso, escusálos e rejeitailos.

    Há muitos homens que para escaparem de si mesmos, importunam os outros com visitas.

    Há muitos homens que parecem dignos de grandes empregos enquanto os não ocupam.

    Há muitos homens que receiam ser desenganados pelo desgosto de parecerem crédulos ou tolos.

    Há muitos homens que se aborrecem, porque se não conhecem imediatamente.

    Há muitos homens que se queixam da ingratidão humana para se inculcarem benfeitores infelizes ou se dispensarem de ser benfazentes e caridosos.

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