• DICTUM
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  • A iaddina ca camina, s'arritira ca vozza china.
  • A ianua aberrare.
  • A idade de ouro não foi a primeira, há de ser a última das idades do gênero humano.
  • A idade não espera.
  • A idéia de felicidade é tão variada nos homens, que não admira que eles difiram tanto no seu procedimento para a conseguirem.
  • A idéia do mal é tão inseparável da do bem que uma não pode existir sem a coexistência de ambas.
  • A ignorância crê tudo, porque de nada duvida.
  • A ignorância da lei não desculpa a ninguém.
  • A ignorância da lei não escusa ninguém.
  • A ignorância difere do erro.
  • A ignorância do bem é a causa do mal.
  • A ignorância do fato excusa, não a ignorância do direito (ou da lei).
  • A ignorância do futuro é um dos maiores benefícios da Providência.
  • A ignorância do porvir faz feliz muita gente que goza no presente desconhecendo os males que tem de padecer no futuro.
  • A ignorância dócil é desculpável, (mas) a presumida é refratária, é desprezível e intolerável.
  • A ignorância dos inocentes não prejudica a sociedade, como a inteligência dos velhacos.
  • A ignorância é a causa principal de todos os nossos males: se soubéssemos como Deus, seríamos impassíveis e imortais.
  • A ignorância é a mãe de todas as doenças.
  • A ignorância é a mãe de todos os erros (o. vícios).
  • A ignorância é a mãe do atrevimento.
  • A ignorância é audaz, não sabe avaliar o quanto arrisca.
  • A ignorância é má conselheira.
  • A ignorância é mãe da superstição e fanatismo.
  • A ignorância e o vento são do maior atrevimento"
  • A ignorância e o vento são do maior atrevimento.
  • A ignorância é prolixa em seus discursos, a sabedoria concisa e resumida.
  • A ignorância é sempre atrevida; a sabedoria, em geral, modesta.
  • A ignorância é sempre mais pronta em resolver-se do que a sabedoria.
  • A ignorância é talvez um dos principais elementos da felicidade de muita gente.
  • A ignorância é um grande mal, porém a falsa ciência é um mal ainda maior.
  • A ignorância é um mal, mas não contagioso.
  • A ignorância escandaliza o entendimento.
  • A ignorância não duvida porque desconhece que ignora.
  • A ignorância não faz perguntas.
  • A ignorância não tem dúvidas.
  • A ignorância nos homens é como a sabedoria em Deus, infinita.
  • A ignorância obra monstros.
  • A ignorância pasma ou se espanta, mas não admira.
  • A ignorância que devera ser acanhada, conhecendo-se, é audaz e temerária por que se não conhece.
  • A ignorância recorre à impostura para se dar importância.
  • A ignorância tem a discrição por malícia.
  • A ignorância tem seus bens privativos, como a sabedoria seus males peculiares.
  • A ignorância tudo exagera, porque não conhece o justo meio.
  • A ignorância vencível no homem é limitada, a invencível infinita.
  • A ignorância, exagerando a nossa pouca ciência, promove a nossa grande vaidade.
  • A ignorância, lidando muito, aproveita pouco: a inteligência, diminuindo o trabalho, aumenta o produto e o proveito.
  • A ignorância, qual outro Faetonte, ousa muito e se precipita como ele.
  • A igual razão, igual direito.
  • A igualdade deve conservar-se em tudo, principalmente em juízo.
  • A igualdade repugna de tal modo aos homens que o maior empenho de cada um é distinguir-se ou desigualar-se.
  • A imaginação é como as paixões: mente e engana a si mesma.
  • A imaginação é mais lasciva e menos honesta que o procedimento habitual dos homens.
  • A imaginação é o paraíso dos afortunados, e o inferno dos desgraçados.
  • A imaginação é o recreio dos moços, como a reflexão a consolação (o. é o consolo) dos velhos.
  • A imaginação é uma louca estouvada que tem a razão por curadora.
  • A imaginação encanta os moços, a reflexão desencanta os velhos.
  • A imaginação exagera, a razão desconta, o juízo regula.
  • A imaginação figura o bom ainda melhor, e o mal, muito pior.
  • A imaginação não é menos engenhosa em atormentar-nos do que em deleitar e recrear-nos.
  • A imaginação ora aterra, ora diverte a razão para melhor a dominar.
  • A imaginação pinta, o espírito compara, o gosto escolhe, o talento executa.
  • A imaginação que avoluma os bens também exagera os males futuros.
  • A imaginação será a mesma memória, enquanto inventiva e criadora?
  • A imaginação serve-se dos materiais que lhe oferece a memória, modificando-os e coordenando-os por modo novo e com variadas formas e imagens não existentes.
  • A imaginação supõe invenção, a memória a excluí: esta porém lhe ministra os materiais para o seu trabalho de criações novas.
  • A imaginação tem contribuído tanto para enganar os homens como a razão para os desenganar: a primeira é fabulista, a segunda realista.
  • A imaginação tem sido e é a mais fecunda das entidades fabulosas boas e más, que infestam as crenças e religiões deste mundo.
  • A imaginação veste o nu e despe o vestido.
  • A imaginação, que avoluma os bens, também exagera os males futuros.
  • A imaginação, sendo uma louca, tem a razão por enfermeira.
  • A impaciência, quando não remedeia os nossos males, os agrava.
  • A importância da riqueza e poder provém da capacidade que conferem aos homens de fazerem muito mal ou muito bem.
  • A importância exterior que afetam certas pessoas, denuncia ordinariamente a sua interior insignificância.
  • A importância que a vida confere aos homens inteiramente lha arrebata a morte, rompendo-lhes as relações com a sociedade e o mundo circunstante.
  • A importância que ambicionamos na mocidade nos é incomoda e onerosa na velhice.
  • A importância que se dá aos que governam redunda em benefício dos governados.
  • A importância que se dão alguns homens é ordinariamente argumento da sua pessoal insignificância.
  • A importunidade é algumas vezes mais feliz que o merecimento.
  • A impossibilidade dispensa a observância da lei.
  • A imprensa é livre somente para o partido poderoso e dominante.
  • A imprudência de poucos compromete e incomoda a muitos.
  • A imprudência nos moços promove a sua atividade, a prudência nos velhos a sua inércia.
  • A impunidade começa por tornar as leis inúteis, e finda por torná-las ridículas.
  • A impunidade convida ao crime.
  • A impunidade é segura, quando a cumplicidade é geral. A novidade incomoda os velhos, a uniformidade os moços.
  • A impunidade não salva da pena e castigo merecido; retarda-o para o fazer mais grave pela reincidência e agravação das culpas e crimes subseqüentes.
  • A impunidade promove os crimes, e de algum modo os justifica.
  • A impunidade tolerada pressupõe cumplicidade.
  • A incerteza do termo da nossa vida lhe confere uma perpetuidade ilusória, mas aprazível.
  • A incerteza vicia o ato.
  • A inclusão de uma é a exclusão de outra.
  • A inclusione unius ad exclusionem alterius.
    pt] Da inclusão de um à exclusão de outro.
  • A inconstância da fortuna assusta os felizes e anima os infelizes.
  • A inconstância da fortuna esperança os desgraçados.
  • A inconstância humana é o produto necessário das variações da natureza, das circunstâncias e dos eventos.
  • A incredulidade que é da moda nas pessoas moças, torna-se o seu tormento na velhice.
  • A independência do sábio consiste na sua esperança e confiança em Deus, e na plena resignação com a sua vontade onipotente.
  • À Índia, mais vão do que tornam.
  • A Índia, ou vende caro o que tem, ou troca com vantagem.
  • A indiferença ou apatia que em muitos é prova de estupidez, pode ser em alguns o produto de profunda sapiência.
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