• DICTUM
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  • A earger Skelm, a beedar Lok.
    Nordfriesland
    i] Das Wort Schelm kommt immer mit der Nebenbedeutung vor, dass jemand bei irgendeinem Streich, einer schlimmen Handlung mit besonderer Schlauheit zu Werke geht.
    zit] 1. Wer weiß, welchem Christen der Schelm das gestohlen hat.
    2. Ein pfiffiger Schelm.
    de] Je ärger Schelm, je besser Glück.
  • A economia com o trabalho é uma preciosa mina de ouro.
  • A economia do tempo é menos vulgar e mais importante que a do dinheiro.
  • A economia é a base da porcaria.
  • A economia é a base da prosperidade.
  • A economia é a base da riqueza.
  • A economia é companheira inseparável da probidade.
  • A economia é um grande rendimento.
  • A economia é um vício na opulência.
  • A economia, quando se apura muito, transforma-se em avareza.
  • A educação das mulheres é mais obra da Natureza que a dos homens.
  • A educação é mais importante do que a natureza.
  • A educação é riqueza.
  • A educação por bons exemplos é mais eficaz do que por boas doutrinas.
  • A educação tem raízes amargas, mas frutos doces
  • A eloqüência parlamentar é uma campainha que se toca quando chega a hora de jantar.
  • A emancipação antecipada nos homens e nos povos é fatal e calamitosa para eles todos.
  • A emancipação é o ato por que o pai afasta de seu poder o filho.
  • A embriaguez do amor como a do vinho impele a iguais desatinos.
  • A embriaguez é o refúgio ordinário dos maus e viciosos contra os reproches da própria razão e consciência.
  • A embriaguez habitual se anuncia pelo desalinho pessoal.
  • A empenada quer-se quebrada.
  • A encomenda é igual ao cabaz.
  • A enemigo que huye, puente de plata.
  • A engatinhar se aprende a andar.
  • A entidade que compreende um todo não pode ser compreendida por suas partes.
  • A eqüidade acompanha a lei.
  • A erschta besta schinn Tag.
    Schlesien
  • A erva ao vento se inclina.
  • A erva daninha depressa nasce e tarde envelhece.
  • A erva má nunca morre.
  • À erva ruim não queima (o. seca) a geada.
  • À erva ruim não queima a geada.
  • A escola do mundo é dura.
  • A escravidão avilta o escravo e barbariza o senhor.
  • A escravidão é o tributo que a ignorância paga à força dirigida por maior e melhor inteligência.
  • A escravidão nos amantes é ambição de senhorio.
  • A escravidão voluntária é sacrifício temporário para alcançar senhorio permanente.
  • A escritura é a vida das palavras.
  • A escudeiro mesquinho, patrão (o. rapaz) adivinho.
  • A escusas de mau pagador, orelhas de mercador.
  • A esfera da ação do nosso corpo é tão limitada, quanto é vasta e incalculável a da nossa inteligência.
  • A esmola é um mistério: quando a derdes, fechai a porta.
  • A esmola não empobrece, mas para o céu enriquece.
  • A esmola, quando é muita, o santo desconfia.
  • A espada e o anel, na (o. segundo a) mão em (o. onde) que estiver (o. estiverem).
  • A espada vence e a palavra convence.
  • A espécie do fato.
  • A esperança conforta a alma, honra e vida.
  • A esperança de glória alivia todas as penas.
  • A esperança descobre recursos, a desesperação os renuncia.
  • A esperança do descanso alivia o trabalho.
  • A esperança do ganho diminui a canseira.
  • A esperança é (o) refrigério do trabalho.
  • A esperança é a última a (o. que) morrer.
  • A esperança é a última a morrer.
  • A esperança é a última que morre, mas morre.
  • A esperança é o pão dos infelizes (o. pobres).
  • A esperança é o sonho do homem acordado.
  • A esperança é sempre a última (coisa) que morre.
  • A esperança é uma virtude.
  • A esperança no ganho diminui a canseira.
  • A esperança sempre deu o melhor, e o tempo, tudo.
  • A esperança só morre junto com a gente.
  • A esperteza muitas vezes engole o esperto.
  • A espinha, quando nasce, leva o bico (o. pico) adiante.
  • A esse' joeni, se 'mbara da vecchi.
  • A essoutra porta, que esta não se abre.
  • A estima das coisas está no carecer delas.
  • A estopa, ao pé do fogo arde.
  • A estrada do vício conduz ao precipício.
  • A estrada é longa, mas as vozes são belas.
  • A estrela brilha atrás das nuvens.
  • A estultícia de uns provoca e suscita a velhacaria em outros.
  • A estupidez não te mata mas faz-te suar.
  • À eternidade chega-se sempre.
  • A Eternidade compreende o tempo, a imensidade, o espaço. Deus compreende tudo a Eternidade e Imensidade.
  • A eternidade é privativa de Deus, fora dela, tudo é temporário, destrutível e mortal.
  • A eternidade se releva no tempo, a imensidade, no espaço, e o infinito no limitado: Deus é a eternidade, a imensidade e o infinito.
  • À être vaincu par plus fort que soi il y a encore quelque gloire.
  • A exageração é uma mentira de que não escapam ainda as pessoas mais verídicas e honradas.
  • A exatidão e verdade acompanham a probidade.
  • A exceção confirma (o. declara) a regra (o. prova).
    la] Exceptio regulam probat.
  • A exceção firma a regra em contrário.
  • A exceção, que obsta ao cedente, também obsta ao cessionário.
  • A excelência é fazer algo comum de maneira incomum.
  • A excepção faz a regra.
  • A existência das criaturas vivas em sociedade pressupõe uma ordem moral que deve existir talvez igualmente para os animais gregários e sociáveis.
  • A existência é a eterna procura da felicidade.
  • A experiência corrige.
  • A experiência é (a) mestra da vida.
  • A experiência é a mãe da ciência (o. sapiência).
  • A experiência é a mãe da ciência e a mestra da vida.
  • A experiência é a mãe das coisas.
  • A experiência é a mãe de todas as ciências.
  • A experiência é a mãe do saber.
  • A experiência é mãe da ciência.
  • A experiência é mãe e mestra de todas as coisas.
  • A experiência é mestra da vida.
  • A experiência é mestra em todas as coisas.
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