• DICTUM
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  • A abastança faz fastio.
  • A abelha mestra não tem sesta e, se a tem, pequena e lesta.
  • A abóbora e o nabo, ao fim de três dias, enganaram o diabo.
  • A abundância não deixa dormir o rico.
  • A abundância, como a necessidade, arruína muitos.
  • A Abusus non tollit usum.
  • A acção é filha do pensamento.
  • A acha sai à racha, e Maria à sua tia.
  • A acha sai ao madeiro.
  • A açorda faz a mulher gorda.
  • A açorda faz a velha gorda e a menina formosa.
  • A adem, a mulher e a cabra, é má coisa sendo magra.
  • A admiração é filha da ignorância.
  • A admiração é uma das maiores prerrogativas da natureza humana.
  • A admiração exclui o louvor por diminuto.
  • A admiração, como a chama, diminui desde que não cresce.
  • A adoção imita a natureza.
  • A adolescência debe ser governada pela razão, não pela força.
  • A adulação degenera sempre em ingratidão.
  • A adulação procura amigos; a verdade inimigos.
  • A adulação tem princípios doces e fins amargos.
  • A adversidade é nossa mãe; a prosperidade não é senão nossa madrasta.
  • A adversidade é um espelho que reflete o verdadeiro eu.
  • A adversidade embeleza os caracteres que não avilta.
  • A adversidade faz homens; a prosperidade, monstros.
  • A adversidade faz o homem prudente, mas não rico.
  • A adversidade faz o prudente, mas não o rico.
  • A adversidade faz os heróis.
  • A adversidade melhora aqueles a quem não degrada.
  • A afeição cega a razão.
  • A afeição do falso é fio de navalha.
  • A afeição dos homens é variável como a fortuna.
  • A afeição é cega.
  • A afetação da virtude custa mais que o seu exercício.
  • A afinidade não gera afinidade.
  • A afinidade não vem da pessoa.
  • A afinidade, no direito, não assegura nenhuma sucessão.
  • A água apaga o fogo e a esmola resiste aos pecados.
  • A água apaga o fogo, e o vinho, a razão.
  • A água cava a pedra dura.
  • A água cava a pedra.
  • A água colhe em joeira, quem se crê de ligeira.
  • A água corre para o mar, e as coisas para o seu natural.
  • A água corre para o mar.
  • A água corre para o poço.
  • A água corre sempre para o mar.
  • A água corrente esterco não consente.
  • A água correu sempre para o mar.
  • A água dá, a água leva.
  • A água de Janeiro vale dinheiro.
  • A água de trovão em parte dá, em parte não.
  • A água é a melhor bebida.
  • A água é fria, mas mais o é quem com ela convida.
  • A água é o prego da cal.
  • A água é o sangue da terra.
  • A água é para os peixes, e o minar para a toupeira.
  • A água fervida tem mais mão na vida.
  • A água fervida tem mão na vida.
  • A água lava tudo menos as más-línguas.
  • A água não empobrece nem envelhece.
  • A água não envelhece nem empobrece.
  • A água o dá, a água o leva.
  • A água o dá, a água o tira.
  • A água o deu, a água o leva.
  • A água o deu, a água o levou.
  • A água que no Verão há-de regar, em Abril há-de ficar.
  • A água salobra, na terra seca, é doce.
  • A água silenciosa é a mais perigosa.
  • A água tudo lava, menos as más línguas.
  • A água tudo lava, menos quem se louva e as más línguas.
  • A água tudo lava.
  • A água vertida não é toda colhida.
  • A águia não caça moscas.
  • A águia não se detém caçando moscas.
  • A agulha é pequena e delgada, mas sustenta uma família inteira.
  • A agulha puxa a linha, a linha puxa a agulha.
  • A agulha puxa a linha.
  • A agulha veste os outros e fica nua.
  • A agulha veste os outros e vive nua.
  • A albarda nunca pesou ao burro.
  • A alegria do crime é fugitiva e rápida, como a luz do relâmpago.
  • A alegria do pobre dura pouco.
  • A alegria do pobre é um dia só.
  • A alegria do pobre é um dia.
  • A alegria do pobre, ainda que menos durável, é sempre mais intensa que a do rico.
  • A alegria do sábio e do justo é interior e serena; a do ignorante e vicioso, ruidosa e exterior.
  • A alegria dos desonestos logo se transforma em desgraça.
  • A alegria é a saúde da alma.
  • A alegria é a saúde da alma; a tristeza é o seu veneno.
  • A alegria é expansão, a tristeza contração de vida e coração.
  • A alegria é para todo o mal remédio universal.
  • A alegria e tristeza são mais intensas e expansivas no homem que em algum outro animal: o seu pranto e riso o manifestam.
  • A alegria é uma careta; a felicidade, um sorriso.
  • A alegria vem das tripas.
  • A alfaiate pobre, a agulha se lhe dobra.
  • A alfarrobeira montureira é sempre a mais certeira.
  • A aliança com os maus é sempre funesta aos bons.
  • A aliança com os maus é sempre funesta aos governos.
  • A aliança da razão com o coração é necessária e indispensável na peleja e resistência contra as paixões.
  • A alma do negócio é o segredo.
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