< Portugiesische Sprichwörter >

Bom dia, boa obra.

Bom é de encaminhar o gato para o toucinho.

Bom é Deus, e está fechado no sacrário.

Bom é ferir o soberbo, quando está só.

Bom é jejum, mas melhor é esmola.

Bom é largar saudade, quando o tempo desengana.

Bom é missar e casa guardar.

Bom é não ir mais depressa que a música.

Bom é o pão, com dois pedaços.

Bom é o que Deus dá.

Bom é saber calar, até ser tempo de falar.

Bom é saber que pão nos há de manter.

Bom é saber que pão te há de manter.

Bom é saber que pão te há-de manter.

Bom é ter amigos, ainda que seja no inferno.

Bom é ter amigos, nem que seja no inferno.

Bom é ter mãe, ainda que seja uma silva.

Bom é ter pai e mãe, mas comer e beber rapa tudo.

Bom é ter um pão com dois pedaços.

Bom é ter um pão e mais dois pedaços.

Bom é um pão com um pedaço.

Bom é voar baixo por causa dos milhafres.

Bom estrume e bom lavor, traz tudo num primor.

Bom exemplo e boa razão cativam coração.

Bom exemplo e boas razões avassalam os corações.

Bom exemplo, meio sermão.

Bom governo vale mais que boa renda.

Bom homem goza o fruto.

Bom homem, mas mau alfaiate.

Bom juízo e muita conversa poucas vezes se juntam.

Bom livro, bom amigo.

Bom lume é meia mantença.

Bom nome é melhor que riqueza.

Bom ouvinte, bom conselheiro.

Bom pagador escupuloso senhor.

Bom pagador herda o alheio.

Bom político, mau cristão.

Bom porte com boas maneiras abrem portas estrangeiras.

Bom princípio é a metade.

Bom rafeiro até a morte dá ao rabo.

Bom rafeiro caça o ano inteiro.

Bom rei, se quereis que vos sirva, dai-me de comer.

Bom saber é calar, até ser tempo de falar.

Bom saber é o calar, até ser tempo de falar.

Bom sangue não mente.

Bom sangue não nega.

Bom será, se morto está.

Bom serás, se morto estás.

Bom serás, sem morto estás.

Bom silêncio vale mais que uma pergunta.

Bom soldado economiza munição.

Bom tempo e mau tempo, não duram todo o tempo.

Bom tempo no Inverno e mau no estio - mau ano de fome, bom ano de frio.

Bom torrão escusa pregão.

Bom traje encobre ruim linhagem.

Bom vinho dispensa ramo.

Bom vinho escusa pregão.

Bom vinho escusa pregão; bom peso faz vender o pão.

Bom vinho, má cabeça.

Bom-dia não se nega à cutia.

Bom-dia se dá até a cavalo.

Bondade não custa favor.

Bonitas palavras não engordam gatos.

Boniteza não se põe na mesa.

Bons amigos, bons conselhos.

Bons costumes e muito dinheiro farão o teu filho cavalheiro.

Bons dias em janeiro enganam o homem em fevereiro.

Bons dias em janeiro vêm-se a pagar em fevereiro.

Bons e maus mantêm a cidade.

Bons modos custam pouco e valem muito.

Borracha vazia não tira secura.

Borreguinha mansa mama a sua teta e a alheia.

Borreguinha mansa, mama a sua teta. e a alheia.

Botar a alma pela boca.

Botar cinza nos olhos de alguém.

Botar verde, para pegar maduro.

Botas e luvas encobrem muito mal.

Bradar no deserto.

Braga é o penico do céu.

Branca geada, mensageira de água.

Branco como a neve.

Branco é, galinha o põe.

Branco em Janeiro, sinal de pouco dinheiro.

Branco ou preto, um porco é um porco.

Brás! Lava-te e comerás.

Brás, bem o diz e mal o faz.

Brasa cruel acalenta no seio, quem se regozija com infortúnio alheio.

Brasa deita no seio, quem cria filho alheio.

Brasa deita no seio, quem se honra com erro alheio.

Brasa traz no seio, quem cria filho alheio.

Brasileiro só fecha a porta depois de roubado.

Breve cansará o que apressado é no princípio.

Brevidade e novidade muito agradam.

Briga a onda com o rochedo, e o sururu vai no meio.

Brigam as comadres, (descobrem-se/ouvem-se/sabem-se) as verdades.

Brigam as comadres, descobrem-se as verdades.

Brigam os ladrões, descobrem-se os furtos.

Brigas de amor, arrulhos de namorado.

Brigas de namorados fortalecem o amor.

Brigas de namorados, amores dobrados.

Brilhante nascente que nuvens desfaz, reúne a companha que bom tempo nos trás.

Brilhante nascente que nuvens desfaz, reúne a companha que bom tempo nos traz.

Brinca com o asno, dar-te-á com o rabo na barba.

Brinca com quem não conheces, verás o que te acontece.

Brinca, mas não ofende.

Brincadeira de homem cheira a defunto.

Brincadeira de mãos, beijos de burro.

Brincadeira tem hora e lugar.

Brincadeira tem hora.

Brincai com o asno, dar-vos-á na barba com o rabo.

Brincando, brincando, vão-se dizendo as verdades.

Brinquedo de mão, brinquedo de vilão.

Brinquedos de homem, beijos de burro.

Broa quente, muita na mão e pouca no ventre.

Broa quente.. muita na mão e pouca no ventre. (Pão quente: muito na mão e pouco no ventre.).

Bugio não se toma com laço.

Bulham os cônegos na sé? Prende-se quem está na praça.

Bulirei com lança, farei como moça.

Bunda no chão, dinheiro na mão.

Buraco chama ladrão.

Buraco velho tem cobra dentro.

Burla com dano não acaba o ano.

Burra velha de longe aventa as pegas.

Burra velha não toma carreira, anda sempre da mesma maneira.

Burrinho que me leve e não cavalo que me arraste.

Burro bravo dá coice até no vento.

Burro bravo dá coice no vento.

Burro calado por sábio é contado.

Burro calado se torna sábio.

Burro com fome, cardos come.

Burro de muitos depressa fica esfalfado.

Burro e burriqueiro nunca pensam do mesmo modo.

Burro e carroceiro nunca estão de acordo.

Burro esbarrado, burro dado.

Burro farto não é papador.

Burro gosta de ouvir seus zurros.

Burro mau, indo para casa, corre sem pau.

Burro morto, cevada ao rabo.

Burro morto, cevada ó rabo.

Burro não amansa, acostuma.

Burro não amansa, se acostuma.

Burro não amansa, se conforma.

Burro que a Roma vá, burro volta de lá.

Burro que dá coice em parede, em si o dá.

Burro que dá coice em parede, em ti o dá.

Burro que geme, carga não teme.

Burro que muito zurra, pede cabresto.

Burro que vai a Santarém, burro vai e burro vem.

Burro velho de longe aventa as pegas.

Burro velho gosta de capim novo.

Burro velho gosta de capim verde.

Burro velho não acerta com a encruzilhada.

Burro velho não amansa, acostuma.

Burro velho não amansa.

Burro velho não aprende línguas.

Burro velho não ganha andadura.

Burro velho não recebe ensino.

Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura.

Burro velho não tem andadura, e se a toma, pouco dura.

Burro velho não toma andadura e quando toma pouco dura.

Burro velho não toma andadura e se toma pouco lhe dura.

Burro velho não toma andadura, e se a toma, pouco dura.

Burro velho não toma andadura.

Burro velho não toma ensino.

Burro, onde encosta, mija.

Burro, quando está infeliz, até no lajeiro se atola.

Busca amizade de teu igual, se és honrado e leal.

Busca amizade do teu igual, se és honrado e leal.

Busca outro ferro para este osso.

Busca seu asno e está montado em cima.

Buscar água em fonte seca.

Buscar agulha em palheiro.

Buscar cinco pés ao gato.

Buscar de que pegar.

Buscar lenha para se queimar.

Buscar pé para questões de lã caprina.

Cá e lá más fadas há.

Cá fica o anho no meio do rebanho.

Cá se fazem cá se pagam.

Cá se fazem, cá se pagam.

Cá tão pobre como ele o avaro vive.

Caa um que se lixe.

Cabaça que leva leite, nunca mais deixa a catinga.

Cabeça de vadio, hospedaria do diabo.

Cabeça de vadio, hospedeira do diabo.

Cabeça louca não há mister touca.

Cabeça que não tem juízo, quem o paga é o corpo.

Cabeça vazia é oficina do diabo.

Cabeça vazia, oficina do Diabo.

Cabeças loucas, orelhas moucas.

Cabelo branco é capim do cemitério.

Cabelo branco é sinal de besteira.

Cabelo branco não é juízo.

Cabelo hoje, cabelo amanhã, fica um homem careca.

Cabelo longo e curto o siso.

Cabelos brancos, flores de cemitério.

Cabelos e cantar não fazem bom enxoval.

Cabelos longos, idéias curtas.

Cabra manca não quer sesta.

Cabra manca não tem sesta, e se a tem, pouco lhe presta.

Cabra manca não tem sesta. E se a tem, pouco lhe presta.

Cabra mocha deu na outra.

Cabra não come azeitona e caga os caroços.

Cabra que vai à vinha, por onde pula a mãe, pula a filha.

Cabra que vai à vinha, por onde vai a mãe, vai a filha.

Cabra vai pela vinha; por onde vai a mãe, vai a filha.

Cabra vai pela vinha; tal é a mãe e tal a filha.

Cabresto de cavalo não enfreia boi.

Cabrito que berra, mamada que perde.

Caça ruim é que estraga mundéu.

Caça, guerra, amores, por um prazer, cem dores.

Caça, pesca, guerra e amores, por um prazer, muitas dores.

Cacanhar de homem cu de mulher e focinho de cão nunca o verão.

Cacarejar e não pôr ovo.

Cacarejar não é pôr ovo.

Cachaça pode mais que Deus, porque Deus dá juízo, e cachaça tira.

Cachaça tira o juízo, mas dá coragem.

Cachaça vai subir de preço.

Cachaceiro não tem segredo.

Cachorra apressada pare filhos cegos.

Cachorro bom de tatu morre de cobra.

Cachorro bom nunca late em vão.

Cachorro cotó não passa pinguela.

Cachorro cotó não salta pinguela.

Cachorro de caça sai à raça.

Cachorro de cozinha e moça que anda sozinha, não faz fiança para ninguém.

Cachorro de cozinha não quer colega.

Cachorro de dois donos morre de fome.

Cachorro ensinado não suja a casa do dono.

Cachorro magro, as pulgas o comem.

Cachorro molenga só come com os olhos.

Cachorro mordido de cobra até de lingüiça tem medo.

Cachorro mordido de cobra tem medo de corda.

Cachorro mordido de cobra, tem medo até de barbante.

Cachorro mordido de cobra, tem medo de lingüiça.

Cachorro mordido por cobra, tem medo de lingüiça.

Cachorro mordido, todo mundo morde.

Cachorro mordido, todos mordem.

Cachorro nambi não passa pinguela.

Cachorro que anda muito, cria rabugem para si ou para o dono.

Cachorro que anda muito, encontra bordão.

Cachorro que anda muito, encontra cacete.

Cachorro que come ovelha, só deixa depois que morre.

Cachorro que come ovelha, só morto se endireita.

Cachorro que engole osso, nalguma coisa se fia, ou na volta do pescoço ou nalguma travessia.

Cachorro que engole osso, toma a medida do pescoço.

Cachorro que enjeita osso, pau nele.

Cachorro que foi mordido de cobra, tem medo até de lingüiça.

Cachorro que fuça tatu, acha mordida de cobra.

Cachorro que fuça tatu, encontra mordida de cobra.

Cachorro que ladra à lua, quer sarna para se coçar.

Cachorro que ladra, não morde.

Cachorro que muito anda, apanha pau ou rabugem.

Cachorro que muito late, é mau companheiro.

Cachorro rabicó não passa pinguela.

Cachorro velho não aprende truque novo.

Cachorro velho não aprende truque novo. (Brasil).

Cachorro velho não aprende truque.

Cachorro velho não ladra em vão.

Cachorro velho não late à toa.

Cachorro velho não se acostuma com coleira.

Cachorro velho, quando ladra, dá aviso.

Cachorro velho, quando late, dá conselho.

Cachorro, por se avexar, nasceu com os olhos tapados.

Cachumba nos pescoço dos outros não dói.

Cada (doido/maluco) com sua mania.

Cada «bucha» sua pinga.

Cada Abel tem o seu Caim.

Cada asno com seu igual.

Cada asno tem seu igual.

Cada bocado de doçura há-de custar-te muita amargura.

Cada bocado de doçura te há de custar uma amargura.

Cada bucha sua pinga.

Cada bufarinheiro louva seus alfinetes.

Cada cabeça (cada/sua) sentença.

Cada cabeça uma sentença.

Cada cabeça, cada juízo.

Cada cabeça, cada sentença.

Cada cabeça, sua sentença.

Cada cabeça, uma sentença.

Cada cabelo faz sua sombra na terra.

Cada cabelo faz sua sombra na testa.

Cada carneiro por seu pé pende.

Cada casa é um mundo.

Cada casa tem seu tolo, e cada tolo, a sua mania.

Cada caso é um caso.

Cada cavadela, (cada/uma) minhoca.

Cada cavadela, cada minhoca.

Cada cereja por seu pé pende.

Cada coisa a seu tempo.

Cada coisa com seu uso, cada roca com seu fuso.

Cada coisa em seu lugar.

Cada coisa por sua vez.

Cada coisa tem o seu tempo.

Cada cor com seu paladar.

Cada cor, seu paladar.

Cada cuba cheira ao vinho que tem.

Cada dia peixe, amarga o caldo.

Cada dia tem seu cuidado, mas cada cuidado tem seu dia.

Cada dia tem sua pena e sua alegria.

Cada dia tem sua pena e sua esperança.

Cada dia três ou quatro, breve chegarás ao fundo do saco.

Cada doçura custa uma amargura.

Cada doido com sua doidice.

Cada doido com sua mania.

Cada doido tem sua doidice.

Cada doido tem sua tolice.

Cada feira vale menos como o burro do Vicente.

Cada figo em sua figueira.

Cada formiga tem sua ira.

Cada galo canta no seu poleiro, e o bom, no seu e no alheio.

Cada galo canta no seu poleiro.

Cada homem é o arquiteto de sua própria fortuna.

Cada homem tem em si um pequeno mundo.

Cada homem tem o seu costume.

Cada idade com seu prazer.

Cada leitão em sua teta.

Cada louco com sua mania.

Cada louco com sua teima.

Cada macaco com a sua macaca.

Cada macaco no seu galho.

Cada maluco com sua mania.

Cada mocho a seu souto.

Cada mosca faz sua sombra.

Cada odre cheira ao vinho que tem.

Cada oleiro gaba a sua telha.

Cada oleiro gaba suas telhas.

Cada ovelha busca sua parelha.

Cada ovelha com sua parelha.

Cada panela tem seu testo.

Cada pardal com seu igual.

Cada parto, cada ventura.

Cada passarinho canta sua canção.

Cada passarinho gosta do seu ninho.

Cada pássaro gosta do seu ninho.

Cada pessoa pede para o seu ídolo.

Cada porco em seu chiqueiro, cada pinto em seu poleiro.

Cada porco tem o seu São Martinho.

Cada porco tem seu Natal.

Cada povo com seu uso, cada roca com seu fuso.

Cada povo tem o governo que merece.

Cada qual acode onde lhe dói.

Cada qual ama seu semelhante.

Cada qual aprecia o cheiro do seu monturo.

Cada qual aprende à sua custa.

Cada qual canta como lhe ajuda a garganta.

Cada qual canta como tem graça e casa como tem ventura.

Cada qual carrega sua cruz.

Cada qual com o que Deus lhe deu.

Cada qual com o seu igual.

Cada qual com seu bocado de mau caminho.

Cada qual com seu bocado.

Cada qual com seu igual, e cada ovelha com sua parelha.

Cada qual com seu igual.

Cada qual com seu saraquá.

Cada qual com sua baixeza; cada qual com sua altura.

Cada qual com sua cruz.

Cada qual com sua luz.

Cada qual com sua pereba.

Cada qual come do que gosta.

Cada qual como Deus o fez.

Cada qual como se amanha.

Cada qual conforme seu natural.

Cada qual constrói seu destino.

Cada qual cuide de si e Deus de todos.

Cada qual dá o que tem segundo sua pessoa.

Cada qual despende como seu braço se estende.

Cada qual diz da feira como lhe vai nela.

Cada qual diz da festa como lhe vai nela.

Cada qual diz das feiras como lhe vai nelas.

Cada qual é como Deus o fez.

Cada qual é dono de suas ventas.

Cada qual é dono do seu focinho.

Cada qual é dono do seu nariz.

Cada qual é filho de suas obras.

Cada qual é para o que nasce.

Cada qual é senhor de sua vontade.

Cada qual é senhor em sua casa.

Cada qual em seu ofício.

Cada qual entenda em seu ofício.

Cada qual enterra seu pai como pode.

Cada qual estende a perna até onde tem a coberta.

Cada qual estica o pé até onde lhe chega o lençol.

Cada qual estira o pé até onde lhe chega o lençol.

Cada qual faça por si, que Deus fará por todos.

Cada qual fala como quem é.

Cada qual fala da feira, conforme lhe vai nela.

Cada qual fala do que trata.

Cada qual faz a guerra conforme pode.

Cada qual folga com seu igual.

Cada qual folgue com seu igual.

Cada qual julga os outros por si.

Cada qual limpe a sua testada.

Cada qual nasce para os seus fins.

Cada qual no seu lugar.

Cada qual no seu ofício.

Cada qual peça a Deus fortuna.

Cada qual pendura o chapéu onde o braço alcança.

Cada qual procura suas melhoras.

Cada qual puxa a brasa para sua sardinha.

Cada qual sabe as linhas com que cose.

Cada qual sabe com quantas linhas se cose.

Cada qual sabe em que mato faz lenha.

Cada qual sabe onde lhe aperta a botina.

Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato.

Cada qual sabe onde lhe doem os calos.

Cada qual sabe onde o sapato lhe aperta.

Cada qual sabe para seu proveito.

Cada qual sente o frio conforme anda vestido.

Cada qual sente o seu mal.

Cada qual sente para seu mal.

Cada qual sente seu mal.

Cada qual sentirá seu mal.

Cada qual tem a idade que aparenta.

Cada qual tem a idade que parece ter.

Cada qual tem seu pedaço de mau caminho.

Cada qual tem sua pereba.

Cada qual trata do que é seu.

Cada qual trate de si e deixe os outros.

Cada qual varra a sua testada.

Cada roca com seu fuso, cada porca com seu parafuso.

Cada roca tem seu fuso cada terra tem seu uso.

Cada santo quer sua vela.

Cada santo tem seu círio.

Cada santo tem seu nicho.

Cada sujeito com seu defeito.

Cada terra com seu costume.

Cada terra com seu uso, cada furo com seu parafuso.

Cada terra com seu uso, cada preta com seu luso.

Cada terra com seu uso, cada roca com seu fuso.

Cada terra seu uso, cada roca seu fuso.

Cada terra tem seu uso, cada roca tem seu fuso.

Cada tolo com sua mania.

Cada um (trata/sabe) de si e Deus de todos.

Cada um a seu dono.

Cada um acha prazer onde o encontra.

Cada um acode onde mais lhe dói.

Cada um berra conforme o rebanho que guarda.

Cada um canta como tem graça e casa como tem ventura.

Cada um carrega sua cruz.

Cada um chega a brasa à sua sardinha.

Cada um coça onde lhe come.

Cada um colhe aquilo que semeia.

Cada um colhe como semeia.

Cada um colhe conforme semeia.

Cada um colhe o que semeia.

Cada um colhe segundo semeia.

Cada um com a sua certeza.

Cada um com a sua mania.

Cada um com cada qual.

Cada um com seu cada um.

Cada um com seus problemas.

Cada um come do que (faz/gosta).

Cada um come do que faz.

Cada um come do que faz/gosta).

Cada um come do que gosta.

Cada um como cada qual.

Cada um condena o que não tem, para não confessar o que lhe falta.

Cada um dá o que tem e a mais não é obrigado.

Cada um dá o que tem, a mais não é obrigado.

Cada um dá o que tem.

Cada um dança como tem os amigos na sala.

Cada um dança conforme a roda em que está.

Cada um dança conforme lhe tocam.

Cada um dança conforme o que tem na pança.

Cada um deita-se na cama que faz.

Cada um despende como seu braço se estende.

Cada um diz da feira como lhe vai nela.

Cada um é artífice de sua própria felicidade.

Cada um é como cada qual.

Cada um é como é.

Cada um é filho de seu pai.

Cada um é filho de suas obras.

Cada um é o obreiro da própria fortuna.

Cada um é para o que nasce.

Cada um é para o que nasceu.

Cada um é que sabe como se torce.

Cada um é que sabe onde dói o seu calo.

Cada um é que sabe onde o seu sapato aperta.

Cada um é que sabe se o seu bodoque bota longe ou perto.

Cada um é senhor em sua casa.

Cada um é um.

Cada um em seu ofício.

Cada um em sua casa é rei.

Cada um em sua casa, e Deus na de todos.

Cada um em sua casa, o diabo não tem o que fazer.

Cada um entende das passas que passou.

Cada um enterra o seu pai como pode.

Cada um enterra seu pai como pode.

Cada um enterra seu pai conforme pode.

Cada um estenda a perna até onde tem coberta.

Cada um estenda a perna onde tem coberta.

Cada um estima o seu.

Cada um fala como quem é.

Cada um fala da feira como lhe vai nela.

Cada um fala do que trata.

Cada um fale do que trata.

Cada um faz como quem é.

Cada um faz geração por si.

Cada um faz no que sabe.

Cada um faz o que entende.

Cada um faz o que pode.

Cada um faz para si.

Cada um folga com o seu igual.

Cada um governa-se.

Cada um goza a seu modo.

Cada um julga os outros por si.

Cada um leva a água para o seu moinho.

Cada um mede o trigo alheio por seu alqueire.

Cada um na sua casa, e Deus na de todos.

Cada um na sua casa, o diabo fica na dele.

Cada um na sua casa, o diabo não tem o que fazer.

Cada um no seu canto sofre o seu tanto.

Cada um olhe para si, e já não faz pouco.

Cada um para si, e Deus para todos.

Cada um passou com a vida que tomou.

Cada um pede para o seu santo.

Cada um por seu turno.

Cada um por si e Deus contra todos.

Cada um por si e Deus por todos.

Cada um por si, Deus por todos.

Cada um procura o prazer onde o acha.

Cada um procura o seu semelhante.

Cada um puxa a brasa para a sua sardinha.

Cada um puxa a brasa para sua sardinha.

Cada um que se governe.

Cada um quer levar a água ao seu moinho e deixar seco o do vizinho.

Cada um sabe as linhas com que cose.

Cada um sabe as linhas com que se cose.

Cada um sabe com quantas cordas se amarra.

Cada um sabe como se amanha.

Cada um sabe como se torce.

Cada um sabe de si, e Deus sabe de todos.

Cada um sabe de si, e Deus, de todos.

Cada um sabe de si.

Cada um sabe o que tem e o remédio que lhe faz bem.

Cada um sabe onde lhe aperta o sapato.

Cada um sabe onde o sapato lhe aperta.

Cada um sair aos seus não é pecado.

Cada um se contente com o que Deus lhe dá.

Cada um se diverte como gosta.

Cada um se diverte como pode.

Cada um se diverte onde gosta.

Cada um se estende até onde vai a coberta.

Cada um se estende conforme a coberta.

Cada um se governa.

Cada um sente o frio como anda vestido.

Cada um sente o frio conforme a coberta.

Cada um sente o frio conforme a roupa que tem.

Cada um sente o seu mal.

Cada um sente o seu, e não o mal alheio.

Cada um sente o seu, e ninguém, o alheio.

Cada um sente o seu.

Cada um só goza a paz que o vizinho quer.

Cada um sonha como vive.

Cada um tem a sorte que merece.

Cada um tem seu gosto.

Cada um tem seu modo de catar pulgas.

Cada um tem seu modo de matar pulgas.

Cada um tem seu pé de pavão.

Cada um tem seus gostos.

Cada um tem seus podres.

Cada um tem sua hora e sua vez.

Cada um tira para seu santo.

Cada um trata da sua, e Deus da de todos.

Cada um trata de si, e Deus, de todos.

Cada um trate de si antes de todo e de todos.

Cada um trate de si e deixe os outros.

Cada um vai à missa com a roupa que leva.

Cada um vai ao moinho com seu saco.

Cada um varre a porta de sua casa.

Cada um vê mal ou bem conforme os olhos que tem.

Cada um vê o argueiro no olho do vizinho e não vê a tranca no seu.

Cada um vê o argueiro no olho do vizinho e não vê a trave no seu.

Cada um veja o pão que lhe há de bastar.

Cada um vive a seu modo.

Cada uma que parece duas.

Cada vaso transpira o que dentro arrecada.

Cadeia se fez foi para homem.

Cadelas apressadas parem cães tontos.

Cadelas apressadas parem cães tortos.

Caem os muros, levantam-se os monturos.

Cães grandes nunca se mordem.

Café com pão, bolacha não.

Café de cima, vinho do meio e chá do fundo.

Café do primeiro e chá do derradeiro.

Café marca três efes: fraco, frio e fedido.

Café requentado e ar reconciliado que lhe pegue o Diabo.

Café sem bucha, meu bem, não puxa.

Café sem bucha, meu boi não puxa.

Café, do primeiro, e chá, do último.

Café, mulher e sopa, só quentes.

Cágado, para que queres botas, se tens as pernas tortas?.

Caindo o céu, nós ficamos debaixo.

Caindo o Natal à segunda-feira, pode o lavrador alugar a eira.

Caipora é o capim, que, quando não chove, não nasce, e, quando chove e nasce, o boi come.

Cair como a sopa no mel.

Cair como um patinho.

Cair de Cila em Caríbdis.

Cair do fogo nas brasas.

Cair feito um patinho.

Cair na esparrela.

Cair não é tropeçar.

Cair no conto do vigário.

Cair no laço.

Cair sete vezes e levantar oito.

Caititu fora da manada cai no papo da onça.

Caiu a sopa no mel.

Caiu na rede é peixe.

Caiu na rede que armou.

Caiu na rede, é peixe.

Caiu no laço que armou.

Caiu no saco é gato.

Caiu-lhe a sopa no mel.

Caixa vazia é a que mais chocalha.

Caixeiro burro traz o patrão no curro.

Cajadadas de cego levam couro e cabelo.

Cajado mata coelho.

Cajueiro doce é que leva pedrada.

Calado como toucinho em saco.

Calar a verdade é enterrar ouro.

Calar é a sabedoria dos tolos.

Calar e calemos, pois todos de calar temos.

Calar é louvar.

Calar é melhor que mal falar.

Calar, obrar, pela terra e pelo mar.

Calar, que Deus tem que dar.

Cala-te, tolo, com teu prejuízo.

Calati calo.

Calça de veludo, ventre em jejum.

Calcanhar de homem, cu de mulher e nariz de cão só aquecem no Verão.

Cálculo de pobre é azar.

Caldo de galinha e água benta não fazem mal a ninguém.

Caldo de galinha é canja.

Caldo de nabo escada o diabo.

Caldo de nabos nem o queira nem o dês a teus criados.

Caldo derramado, não se faz pirão.

Caldo em quente, injúria em frio.

Caldo que muito ferve, sabor perde.

Caldo requentado faz mal a doente.

Caldo requentado faz mal ao doente.

Caldo sem pão só no Inferno o dão.

Caldo sem pão, só no inferno o dão.

Caldo sem sal faz de conta que não tem manjar.

Caldo sem sal, faz de conta que não tem manjar.

Caldo, em quente; injúria, em frio.

Caldo, por que não cozeste? Velha, por que não me mexeste?.

Caldos de galinha nunca fizeram mal a doentes.

Cale o que deu, e fale o que recebeu.

Cale quem deu, e fale quem recebeu.

Calem barbas, e falem cartas.

Calma no Brasil!.

Calma, que Deus é brasileiro!.

Caluniai com audácia, que alguma coisa sempre fica.

Cama de chão, cama de cão.

Cama no chão, cama de cão.

Camarão que dorme a onda leva.

Camarão que dorme a onde leva.

Caminha pela estrada, acharás pousada.

Caminhante cansado monta em asno, se não tem cavalo.

Caminhante cansado sobe em asno, se não tem cavalo.

Caminhar com o credo na boca.

Caminhar de vento em popa.

Caminheiro sem despesa canta seguro ante o ladrão.

Caminho começado é meio andado.

Caminho começado é meio caminho andado.

Caminho começado, meio caminho andado.

Caminho começou, meio caminho andou.

Caminho de dura, mulo ou mula.

Caminho de Roma, nem mula manca, nem bolsa vazia.

Caminho estreito, nós à frente.

Caminho largo, ou mula ou mulato.

Caminho muito trilhado não cria mato.

Caminho não tem prazo.

Caminho no inverno e cueiro de menino, ninguém se fie que esteja enxuto.

Caminho que muito se lava e corpo que muito se atura, pouco dura.

Caminho trilhado não cria erva.

Camisas minhas e do meu camarada, uma quando vai para lavar, fico sem nenhuma.

Campa quebrada nunca sara.

Camponesa é a galinha, e vai à mesa da rainha.

Cana na fazenda dá pinga, pinga na cidade dá cana.

Canário na muda não canta.

Candeia que vai à frente alumia duas vezes.

Candeia que vai adiante alumeia duas vezes.

Candeia que vai adiante alumia duas vezes.

Cansa quem dá, e não quem toma.

Cansa quem dá; não cansa quem toma.

Cansa quem dá; quem recebe não cansa.

Canta a rã, e não tem cabelo nem lã.

Canta bem, mas não entoa.

Canta cada pássaro conforme o bico que tem.

Canta Marta, depois de farta.

Canta na rua, e a fama é tua.

Canta o abade, responde o sacristão.

Canta que logo bebes.

Canta, que logo bebes.

Cantai ao burro na orelha, ele te pagará com uma parelha.

Cantam os melros, calam-se os pardais.

Cantar a palinódia.

Cantar a pedra.

Cantar andando, encurta o caminho.

Cantar bem é de poucos.

Cantar fora do tom.

Cantar mal e porfiar.

Cantar sempre a mesma cantiga.

Cântaro que muitas vezes vai à fonte, ou deixa lá a asa ou a fronte.

Cântaro vazio soa muito.

Cantei de manhãzinha, chorei antes do sol-posto.

Cantiga para boi dormir.

Cantiga que pinto canta, galo já cantou.

Cantiga velha não custa entoar.

Cantigas não vão á feira.

Cantigas, leva-as o vento.

Cantigas, tenho ouvido muitas.

Canudo de seringa só rebenta em cu de pobre.

Canudo que teve pimenta guarda o ardume.

Cão bom nunca ladra em falso.

Cão com raiva a seu dono morde.

Cão com raiva a seu dono trava.

Cão danado, todos a ele.

Cão de boa raça, se não caça hoje, amanhã caça.

Cão de caça caça.

Cão de caça puxa à raça.

Cão de caça vem de raça.

Cão de moleiro, nem come, nem deixa comer.

Cão de outro bairro não me venha ladrar neste.

Cão de palheiro, nem come, nem deixa comer.

Cão de raça caça bem.

Cão de raça caça.

Cão ladrador, mau mordedor.

Cão marrado, nunca desprezado.

Cão mordido de cobra tem medo até de corda.

Cão mordido de cobra tem medo até de lingüiça.

Cão mordido por cobra até de linguiça tem medo.

Cão mordido, todos o mordem.

Cão na igreja, toda gente o apedreja.

Cão não come cão.

Cão não rejeita osso.

Cão que arrebita o rabo, não é por ti, mas pelo bocado.

Cão que ladra não morde, enquanto ladra.

Cão que ladra não morde.

Cão que late não morde.

Cão que levou mordida de cobra tem medo de salsicha.

Cão que lobos mata, lobos o matam.

Cão que morre não ladra.

Cão que muito ladra, não é bom para caça.

Cão que muito ladra, não morde.

Cão que muito ladra, nunca bom para caça.

Cão que muito ladra, pouco morde.

Cão que muito lambe, chupa o sangue.

Cão que muito lambe, tira o sangue.

Cão que muito lambe, tira sangue.

Cão que não ladra, guarda dele.

Cão que não ladra, guarda-te dele.

Cão velho não ladra em vão.

Cão velho, quando ladra, dá aviso.

Cão, quando come, não quer companhia.

Capa bem escusa quem bastante roupa usa.

Capa e merenda nunca pesaram.

Capão de oito meses, para a mesa de rei.

Capaz de ajuntar o cisco que outro deixou.

Capaz de dar nó em pau seco.

Capaz de dar nó em pingo d'água.

Capaz de, com o cotovelo, consertar relógio no escuro.

Capelo sobre capelo, nunca o veste o mau mancebo.

Capenga não desfila em parada.

Capenga não forma.

Capitão tomado não é louvado.

Capoeira onde há galos não cantam galinhas.

Capricho teimoso não cede à razão.

Capuz de malha, esse é o que me arma.

Cara alegre ganha vontades.

Cara de aço nunca é boa.

Cara de beato, unhas de gato.

Cara de mel, coração de fel.

Cara de um, focinho do outro.

Cara de velha não tem o que olhar, cabeça de bagre não tem o que chupar.

Cara e contas de beato, unhas de gato.

Cara espinhosa, cara formosa.

Cara feia é fome.

Cara, eu ganho, coroa, tu perdes.

Caranguejo esconde-se para a água passar.

Caranguejo não criou pescoço para não ser enforcado.

Caranguejo não gera pássaro.

Caranguejo nunca anda em linha reta.

Caranguejo, por ser muito cortês, perdeu a cabeça.

Caranguejo, quando anda infeliz, cai de costas e quebra o nariz.

Carão não mata, mas incha a lata.

Carão não mata, mas maltrata.

Carapanã encheu, voou.

Carapuça é para quem veste.

Cardo que há de picar, logo nasce com espinhos.

Cardo que há de picar, logo nasce com o espinho.

Careca não gasta pente.

Carecemos às vezes de niilidades: já um murganho salvou um leão.

Carga que agrada não pesa.

Caridade bem entendida começa por casa.

Caridade bem ordenada começa em casa.

Caridade começa em casa.

Caridade de rico é mania de dinheiro.

Caridade em casa, depois na cidade.

Carnaval na rua: Páscoa em casa.

Carne carne cria, e peixe, água fria.

Carne carne cria, nanja o peixe de água fria.

Carne carne cria.

Carne de acém é pouca e sabe bem, mas não é para quem filhos tem.

Carne de hoje, pão de ontem e vinho do outro Verão fazem o homem são.

Carne de hoje, pão de ontem, vinho de outro verão fazem o homem são.

Carne de ontem, pão de hoje e vinho do outro verão fazem o homem são.

Carne de peito, sem proveito.

Carne de pena tira do rosto a ruga.

Carne de raposa, mesmo fria, queima.

Carne de vaca, bem cozida e mal assada.

Carne do peito é sem proveito.

Carne e peixe na mesma comida encurtam a vida.

Carne e peixe na mesma comida, encurtam a vida.

Carne magra de porco gordo.

Carne mal lograda, cozida, e não assada.

Carne nova de vaca velha.

Carne que baste, vinho que falte, pão que sobre.

Carne que baste, vinho que farte, pão que sobre.

Carne que baste..vinho que farte.. pão que sobre.

Carne sem osso, proveito sem trabalho.

Carne, carne cria e peixe, água fria.

Carneiro que recua, grande marrada dá.

Carneiro, filho de ovelha, não erra, que o seu semelha.

Caro compra quem roga.

Caro custa o que bem sabe.

Caro é barato, e o barato sai caro.

Caro é o mel para o guloso.

Caro que só ovo em tempo de quaresma.

Caro se compra o que se pede.

Caros alhos, senhor compadre.

Carrasco em matar, alcaide em prender, ladrão em furtar, ganham de comer.

Carrega a nau traseira, andará a vela dianteira.

Carregado de ferro, carregado de medo.

Carregar água em cesto.

Carregar um peso nos ombros.

Carrego caído, carrego vendido.

Carreira de velho é chouto.

Carreiro bom é o que menos chucha o boi.

Carro alugado não anda sem ser untado.

Carro apertado é que canta.

Carro carregado pode com mais um romeiro.

Carro de boi pesado é que canta.

Carro não anda sem boi.

Carro parado não ganha viagem.

Carro que canta, a seu dono avança.

Carro que chia, pede untura.

Carro que chia, quer untura.

Carro que não canta, não avisa chegada.

Carro velho à porta quebra.

Carta jogada não é levantada.

Carta que não apareceu, não ganhou, nem perdeu.

Cartas, mulheres e carradas de pão, para onde pendem, para aí vão.

Carvalho não dá morcela.

Cãs não dão sabedoria.

Casa adquirida, amizade perdida.

Casa alheia, brasa no meio.

Casa arrombada , tranca na porta.

Casa arrombada, trancas à porta.

Casa arrombada, trancas na porta.

Casa arruinada e bolsa vazia dão esperteza, mas tardia.

Casa com duas portas é má de guardar.

Casa com lar e mulher a fiar.

Casa com parida, na outra vida.

Casa de esquina, casa de morte ou ruína.

Casa de esquina, grande tormenta e grande ruína.

Casa de esquina, morte ou ruína.

Casa de esquina, ou morte ou ruína.

Casa de ferreiro espeto de pau.

Casa de ferreiro, espeto de pau.

Casa de ferreiro, espeto de salgueiro.

Casa de mulher feia não precisa de fechadura.

Casa de mulher feia não precisa de tramela.

Casa de pai, vinha de avô.

Casa de pais, escola de filhos.

Casa de pobre, tacho de cobre.

Casa de pombos, casa de tombos.

Casa de rei nunca pediu.

Casa de terra, cavalo de erva, amigo de palavra, tudo é nada.

Casa derrubada é meia edificada.

Casa do pai, escola do filho.

Casa em que caibas, roupa quantas vistas, e terra quanta avistes.

Casa em que caibas, vinho quanto bebas, terras quantas vejas.

Casa em que não entra o sol, entra o médico.

Casa em que não entra sol, entra o médico muita vez.

Casa em que não há cão nem gato, é casa de velhaco.

Casa em que não há pão, todos brigam, e ninguém tem razão.

Casa em que não há pão, todos pelejam, e ninguém tem razão.

Casa em que não há pão, todos ralham, e ninguém tem razão.

Casa em que se agoura não repousa.

Casa em que todos ralham e ninguém obedece, tudo fenece.

Casa feita, mulher por fazer.

Casa feita, sepultura aberta.

Casa feita, tumba à porta.

Casa filho se quiseres, e filha logo que puderes.

Casa hospedada, bem comida e pouco honrada.

Casa hospedada, comida é injuriada.

Casa juncada, noite longa.

Casa na praça, as ombreiras têm de prata.

Casa o filho quando quiseres, a filha quando puderes.

Casa o filho quando quiseres, e a filha, quando puderes.

Casa onde caibas, dinheiro sem conta, e terra que não saibas.

Casa onde comem dois,,comem três.

Casa onde entra o sol não entra o médico.

Casa onde entra o sol, não entra o médico.

Casa onde não à pão, todos ralham e ninguém tem razão.

Casa onde não entra o sol, entra o médico.

Casa onde não entra o sol, entra o remédio.

Casa onde não entra sol, entra o médico.

Casa onde não há gatos, os ratos dançam o fado.

Casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão.

Casa onde não há pão, todos berram, e ninguém tem razão.

Casa onde não há pão, todos brigam e ninguém tem razão.

Casa onde não há pão, todos pelejam, e ninguém tem razão.

Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.

Casa onde não há pão.. todos ralham e ninguém tem razão.

Casa própria é tesouro, não se paga nem com ouro.

Casa própria, casa ótima.

Casa quanta caibas, vinho quanto bebas, terras que bem saibas.

Casa quanta caibas, vinho quanto bebas, terras que nem saibas.

Casa quanta mores, terra quanta vejas, vinha quanta podes, dinheiro quanto contes.

Casa que não cria, sempre pia.

Casa que não tem gato, tem rato.

Casa roubada trancas à porta.

Casa roubada, trancas à porta.

Casa sem fogo, corpo sem alma.

Casa sem luz, tumba de vivos.

Casa sem mulher, corpo sem alma.

Casa teu filho com a filha do vizinho.

Casa teu filho com seu igual, e de ti não dirão mal.

Casa teu filho com teu igual, e de ti não dirão mal.

Casa teu filho quando quiseres, casa tua filha quando puderes.

Casa teu filho quando quiseres, e tua filha, quando puderes.

Casa tua filha com o filho de teu vizinho.

Casa varrida e mesa posta, hóspedes espera.

Casa varrida, mulher penteada, parece bem e não custa nada.

Casa velha tem barata.

Casa, vinha e potro, faça-os outro.

Casa, vinha, potro, faça-o outro.

Casados, separados.

Casal feliz: marido surdo e mulher cega.

Casa-me com a filha do rei, que as pazes eu as farei.

Casamento ao lumiar, compadre dalém-mar.

Casamento chuvoso, casamento venturoso.

Casamento de a par do lar, casamento de além-mar.

Casamento de imposição é de pouca duração.

Casamento de imposição tem pouca duração.

Casamento de viúvo tem alcoviteiro.

Casamento demorado, com certeza, é desmanchado.

Casamento é destino.

Casamento é loteria.

Casamento e mortalha no céu se talham.

Casamento e mortalha, no céu se talha.

Casamento feito, noivo arrependido.

Casamento molhado, casamento abençoado.

Casamento se desmancha até na porta da igreja.

Casamento, apartamento.

Casamento, nem fazê-lo, nem desfazê-lo.

Casar é bom, não casar é melhor.

Casar e compadrar, cada qual com seu igual.

Casar e compadrar, cada um com seu igual.

Casar e viajar, cada qual com seu igual.

Casar não é casaca, que se pendura na estaca.

Casar não é nada, viver é que é.

Casar ou meter freira.

Casar, casar e quedo o governo.

Casar, casar, quer bem, quer mal.

Casar, casar, soa bem e sabe mal.

Casar, com os da sua igualha.

Casarás com quem quiseres, contanto que seja com o primo Manuel.

Casarás e amansarás.

Casarás, amansarás e te arrependerás.

Casarás, amansarás.

Casareis e em mantéis alvos comereis.

Casar-me quero, terei o olho na panela e sentar-me-ei primeiro.

Casas na praça, as ombreiras têm de prata.

Casas velhas, portas novas.

Casa-te e verás: perdes o sono e mal dormirás.

Casa-te primeiro, que o amor vem derradeiro.

Cascavel só anda aos pares.

Casco rachado, cavalo gordo.

Casebre onde se ri vale mais que palácio onde se chora.

Casei com a gata por causa da prata; roubaram-me a prata, fiquei com a gata.

Casei, matei; pari, pulei.

Case-se o mar e amansará.

Casos há para que a lei não dá.

Casou Maria com Pedro, casamento negro.

Casou, mudou e endereço não deixou.

Castanhas caídas, velhas ao souto.

Castanhas do Maranhão, a escolher se vão.

Castanheiro bom não vai abaixo dum só golpe.

Castelos de nuvens sem nuvens por cima são chuvadas certas mesmo sem rimas.

Castelos no ar derrubam ilusões.

Castiga o bom, melhorará; castiga o mau, piorará.

Castigar velha e espulgar cão, duas loucuras.

Castigar velha e espulgar cão, duas sandices.

Castiga-se a arrogância, dando-lhe as costas.

Castiga-se o enfatuado, não se lhe dando importância.

< operone >