< Portugiesische Sprichwörter >

Tropeçar não é cair, mas é meio caminho andado.

Tropeçar não é cair.

Tropeçar também ajuda a andar.

Trovão do lacouro todo é pouco.

Trovão em Janeiro: nem bom canastro nem bom palheiro.

Trovão longe, chuva perto.

Trovão ronca, mas não assusta.

Trovoadas nos montes levam moinhos e pontes.

Trutas não se apanham a bragas enxutas.

Tu bom e eu bom, quem há de tanger o asno?.

Tu és aço, e eu ferro que te maço.

Tu fizeste o mal, tu o pagarás.

Tu que sabes e eu que sei, cala-te tu, que eu me calarei.

Tu que sêes na seda, qual me vires, tal me espera.

Tu, que não podes, leva-me às costas.

Tu, ribeira, alta vais; não te passarei, não me levarás.

Tua alma, tua palma.

Tudo acaba em "pizza".

Tudo acaba em samba.

Tudo acaba neste mundo.

Tudo acaba, senão amar a Deus.

Tudo acaba, senão o amor de Deus.

Tudo acontece de uma vez.

Tudo alcança quem não espera sentado.

Tudo como antes no quartel de Abrantes.

Tudo como dantes no quartel de Abrantes.

Tudo como dantes no quartel-general de Abrantes.

Tudo como dantes, quartel-general em Abrantes.

Tudo corre atrás de quem não pode.

Tudo demais é sobra.

Tudo é bom em seu tempo e seu lugar.

Tudo é bom, quando acaba bem.

Tudo é difícil antes de ser fácil.

Tudo é força, só Deus é poder.

Tudo é lucro.

Tudo é miséria no mundo.

Tudo é nada, menos trigo e cevada.

Tudo é quimérico na ambição, pois tudo é efêmero na vida.

Tudo é relativo.

Tudo é sorte, quando não é morte.

Tudo é vento, se não há rei ou prior no convento.

Tudo enfada; só a variedade recreia.

Tudo está bem, quando acaba bem.

Tudo está bem, quando termina bem.

Tudo está perdido, quando os maus servem de exemplo, e os bons, de riso.

Tudo falta a quem muito deseja.

Tudo falta a quem tudo deseja.

Tudo falta a quem tudo quer.

Tudo falta, a quem tudo deseja.

Tudo farei, mas casa de duas portas não guardarei.

Tudo há mister arte, e o comer, vontade.

Tudo há no mundo.

Tudo isso bem espremido não deita um dedal de chorume.

Tudo lhe acontece a pedir por boca.

Tudo lhe fede, nada lhe cheira.

Tudo na vida é passageiro.

Tudo na vida quer tempo e medida.

Tudo na vida tem seus conformes.

Tudo na vida tem um começo.

Tudo nada entre dois pratos.

Tudo no mundo é misturado de força e de fraqueza, de pequenez e de grandeza.

Tudo no mundo tem fim.

Tudo no mundo tem seu fim: só não acaba cachaça e cabelo pixaim.

Tudo o que é doce nunca amargou.

Tudo o que é violento dura pouco.

Tudo o que não mata engorda.

Tudo o que vem à rede é peixe.

Tudo obedece à razão, menos o desarrazoado.

Tudo passa como um vento.

Tudo passa sobre a terra.

Tudo pode o dinheiro, mas mais consegue quem pode.

Tudo pode o dinheiro.

Tudo pode ser, sem ser milagre.

Tudo quanto vem é ganho.

Tudo que cai na rede é peixe.

Tudo que cai no jequi é peixe.

Tudo que é barato, sai caro.

Tudo que é bom, acaba.

Tudo que é branco não é farinha.

Tudo que é demais aborrece.

Tudo que é demais enjoa.

Tudo que é demais prejudica.

Tudo que é demais sobra.

Tudo que é moda ponha-se na minha filha.

Tudo que é novo agrada.

Tudo que é novo, cativa.

Tudo que é provisório torna-se eterno.

Tudo que é violento, não dura muito tempo.

Tudo que entra é ganho.

Tudo que já foi é começo do que vai ser.

Tudo que não há, se escusa.

Tudo que o povo diz é, foi ou será.

Tudo que vem à rede é peixe.

Tudo que vier é ganho.

Tudo que vier é lucro.

Tudo quebra pelo mais fraco.

Tudo quer o que é seu.

Tudo se adquire pelo exercício, mesmo a virtude.

Tudo se diz e tudo se sabe.

Tudo se estima segundo se julga.

Tudo se lava, menos a má língua.

Tudo se quer com meios.

Tudo se quer com termos.

Tudo se quer em meio.

Tudo se vai atrás dos seus donos.

Tudo se vai com seu dono.

Tudo tem hora.

Tudo tem jeito, menos a morte.

Tudo tem o seu tempo e a sua hora.

Tudo tem os seus conformes.

Tudo tem remédio, menos a morte.

Tudo tem seu dia.

Tudo tem seu fim.

Tudo tem seu tempo, e a arraia no advento.

Tudo tem seu tempo, e os nabos no advento.

Tudo tem seu tempo.

Tudo tem seus conformes.

Tudo vai de mal a pior.

Tudo vai pelo melhor no melhor dos mundos possíveis.

Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.

Tudo vale a pena, se a alma não é pequena.

Tudo vem a propósito a quem bem sabe esperar.

Tudo vem da terra e a ela retorna.

Tudo vem no seu tempo e o nabal pelo Advento.

Tudo vos sucede a pedir de boca.

Um "talvez" impede muita mentira.

Um abismo atrai outro.

Um abismo chama outro.

Um abismo traz outro consigo.

Um adquire, outro gasta.

Um agravo consentido, outro vindo.

Um amigo é um tesouro.

Um amigo é uma só alma que vive em dois corpos.

Um amigo na necessidade é um amigo de verdade.

Um amigo velho é o mais fiel dos espelhos.

Um ano de Coimbra vale por três de tarimba.

Um ano de tarimba vale por três de Coimbra.

Um ar purgado, morte no cabo.

Um arrátel de preguiça pesa por uma arroba.

Um asno não entende de música.

Um bago não enche o lagar, mas ajuda o companheiro.

Um belo hábito é uma carta de recomendação.

Um benefício oferecido tem mais valor que o pedido.

Um bocado leva outro.

Um boi só não leva o carro, nem um gaio só faz ninho.

Um bom começo já é meio caminho andado.

Um bom companheiro alumia como um candeeiro.

Um bom conselheiro alumia como um candeeiro.

Um bom conselho não tem paga.

Um bom dia mete-se em casa.

Um burro carregado de livros é um doutor.

Um burro carregado de livros não é um doutor.

Um burro carregado de ouro parece melhor que cavalo albardado.

Um burro carregado de ouro sobe ligeiro um monte.

Um burro coça outro.

Um burro sobre um animal à maneira de Portugal.

Um caminho para quem foge, outro para quem o persegue.

Um canivete mesmo me corta o pão e o dedo.

Um cão danado, todos a ele.

Um caranguejo não gera pássaro.

Um caranguejo não gera pássaros.

Um carneiro não turra só.

Um casaco bem feito, boa carta de apresentação.

Um cavalo, um cavalo, meu reino por um cavalo.

Um cego não pode ser juiz em cores.

Um cérebro ocioso é a oficina do diabo.

Um convidado convida outro, e o dono da casa bota os dois para fora.

Um convidado convida outro.

Um coração contente é festim permanente.

Um coração é espelho de outro.

Um corpo não padece duas penas.

Um cortesão é um penitente por ambição.

Um cravo com outro se tira.

Um cravo tira outro, um amor faz esquecer outro.

Um cravo tira outro, um coração faz esquecer outro.

Um crime não justifica outro.

Um dado mau, duas mãos sujas.

Um dedo a mais estraga a mão.

Um dedo mau, duas mãos sujas.

Um desengano oportuno é um benefício importante.

Um Deus, um rei, uma fé, uma lei.

Um Deus, um rei, uma lei.

Um dia a casa cai.

Um dia bem começado parece quase sempre bem passado.

Um dia bom mete-se em casa.

Um dia bom, metê-lo em casa.

Um dia cai a casa, e não sempre.

Um dia cai a casa.

Um dia da caça, outro do caçador.

Um dia de jejum e três de cruenta guerra ao pão.

Um dia de jejum traz dias maus para o pão.

Um dia de jejum, três dias maus para o pão.

Um dia do pau, outro do machado.

Um dia é da caça, o outro do caçador.

Um dia é da caça, o outro é do caçador.

Um dia é da caça; o outro, do caçador.

Um dia frio e outro quente, logo um homem é doente.

Um dia frio, outro quente, faz mal à gente.

Um dia melhor que outro.

Um dia não são dias.

Um dia o soberbo cai, e o humilde sobressai.

Um dia pior, outro melhor.

Um dia segue outro, como um amor faz esquecer outro.

Um dia vale dois para quem diz "já" e não "depois".

Um dia, cachorro de paca pega cutia.

Um dia, um dia, cachorro de paca pega cutia.

Um diabinho traz muitas vezes, atrelado ao rabo, um diabrete.

Um doente come pouco e gasta muito.

Um doente come pouco, mas gasta muito.

Um doido fará cem.

Um doido fará um cento de iguais.

Um doutor é um burro carregado de livros.

Um e nenhum, tudo é um.

Um é pouco, dois é bom, três é demais.

Um e um, tudo é um.

Um emaranhou, outro desemaranhou.

Um erro não justifica outro.

Um espírito sem juízo é um navio sem leme.

Um excesso de franqueza é uma indecência, como a nudez.

Um filho e esse gozo.

Um forte rei faz forte a fraca gente, e um rei fraco faz fraca a forte gente.

Um fósforo acaba um palácio.

Um fraco rei faz fraca a gente forte.

Um gambá cheira outro.

Um grama de bom senso vale um quilo de espírito.

Um grão não enche celeiro, mas ajuda seu companheiro.

Um herói não precisa de armas.

Um homem civil em demasia, é tão insuportável como um homem incivil.

Um homem de palha vale uma mulher de ouro.

Um homem é para outro.

Um homem é um homem, e um bicho é um bicho.

Um homem é um homem, e um gato é um bicho.

Um homem e uma mulher juntos não rezam padre-nossos.

Um homem honrado não se cansa de obrar bem.

Um homem magro, e não de fome, guarda-te dele como de outro homem.

Um homem prevenido vale por dois.

Um homem sem dinheiro é um lobo sem dentes.

Um hóspede ao cabe de três dias enjoa.

Um infeliz acha outro.

Um jogador acha outro.

Um leão não se vira quando um cachorrinho late.

Um levanta a caça e outro a mata.

Um louco é capaz de fazer cem loucos.

Um louco faz cem.

Um louco pode fazer tantas perguntas em uma hora que um sábio não as poderia responder em um ano.

Um lugar para cada coisa, cada coisa em seu lugar.

Um mal indo, outro vindo.

Um médico, cura; dois, empatam; três matam.

Um milhão de probabilidades não produz uma certeza.

Um momento dá a coroa, e um momento a rouba.

Um néscio dá às vezes um bom conselho.

Um no papo, outro no saco, e chora pelo que está no prato.

Um no papo, outro no saco.

Um olho no burro e outro no cigano.

Um olho no burro, outro no cigano.

Um olho no gato, o outro no prato.

Um olho no padre, outro na missa.

Um olho no peixe e o outro no gato.

Um olho no prato, outro no gato.

Um outro dissabor faz perder o sabor.

Um ovo há mister sal e fogo.

Um pai é para cem filhos, e nem cem filhos para um pai.

Um pai para cem filhos, e não cem filhos para um pai.

Um palmo de preguiça acrescenta dez de dano.

Um pássaro na mão vale mais que dois a voar.

Um passo de dia vale dois de noite.

Um pau só não faz mata.

Um pecado, uma penitência.

Um por dentro, outro por fora.

Um por todos e todos por um.

Um por todos, todos por um.

Um pote quebrado, outro na cantareira.

Um pouco, repetido, faz muito.

Um povo corrompido não pode tolerar governo que não seja corruptor.

Um prego empurra outro.

Um rato não faz sombra a um elefante.

Um real poupado é um real ganhado.

Um recado numa cara sem vergonha é um enchente de riso.

Um rei a um reino convém; um sol, um Deus o sustém.

Um remo só não leva o barco ao mar.

Um riso satisfeito vale mais que cem gemidos.

Um romeiro não quer outro por parceiro.

Um ruim com outro se quer.

Um ruim conhece outro.

Um ruim se nos vai da porta, outro vem que nos consola.

Um ruim se toma com outro ruim.

Um sabido não engole outro.

Um sabor tem cada caça, mas o porco cento alcança.

Um saco vazio dificilmente se tem em pé.

Um santo triste é um triste santo.

Um semeia, outro colhe.

Um só ato não faz hábito.

Um só pau não faz mato.

Um só polegar tarde vai ao tear.

Um só rebanho, um só pastor.

Um tatu cheira o outro.

Um tem a bolsa, outro o ouro, e assim vai andando o mundo.

Um tinhoso queria que todos o fossem.

Um tolo é aborrecido, e um pedante, insuportável.

Um tolo pode fazer tantas perguntas em uma hora, que um sábio não poderia responder em um ano.

Um tolo sábio é mais tolo que um tolo ignorante.

Um tolo tem sempre outro mais tolo que o admira.

Um tolo tem sempre outro que o admira.

Um tolo, só em silêncio é que se pode sofrer.

Um trabalho é véspera de outro.

Um valente acha outro.

Um valente topa outro.

Um velho é duas vezes menino.

Um, dois, três, foi a conta que Deus fez.

Uma agulha para a bolsa e duas para a boca.

Uma alma só nem canta, nem chora.

Uma amora tinge, outra destinge.

Uma andorinha não faz a Primavera.

Uma andorinha não faz verão.

Uma andorinha só não faz verão, nem um dedo só faz a mão.

Uma andorinha só não faz verão.

Uma azeitona ouro, segunda prata, terceira mata.

Uma azeitona, ouro; segunda, prata; terceira mata.

Uma boa abelha não pensa em flores murchas.

Uma boa ação jamais é esquecida.

Uma boa aparência é uma carta de apresentação.

Uma boa aparência é uma carta de recomendação.

Uma boa cabeça vale mais que cem braços.

Uma boa capa tudo tapa.

Uma boa faca não torna bom um mau cozinheiro.

Uma boa fogueira faz uma boa cozinheira.

Uma boa lavadeira num pico de pedra lava.

Uma boa nascença promete boa colheita.

Uma boa semente promete boa colheita.

Uma bonita letra não anuncia vasta inteligência, nem uma eloqüência brilhante, profunda ciência.

Uma bonita letra não anuncia vasta inteligência, nem uma eloqüência brilhante, profunda sapiência.

Uma cabeça perdida deita muitas a perder.

Uma cama em agosto e uma ceia em Natal quem quer a pode dar.

Uma chave de ouro abre todas as portas.

Uma coisa a dizer, outra a sentir.

Uma coisa é buriti, outra buritirana.

Uma coisa é dizer, outra fazer.

Uma coisa é prometer, outra é dar.

Uma coisa é ser amado, outra é ser o amado.

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Uma coisa é ver, outra ouvir.

Uma coisa pensa o baio, e outra pensa o selador.

Uma coisa se deseja, outra é bem que seja.

Uma das mãos lava a outra, e ambas lavam o rosto.

Uma demanda traz outra.

Uma desgraça nunca vem só.

Uma despesa louca é um arrependimento certo.

Uma é ver, outra é contar.

Uma estrada de mil degraus começa por uma passada.

Uma faca afia a outra.

Uma faca amola outra.

Uma figa há em Roma para quem lhe dá e não toma.

Uma flor não é um andor, mas sim um grande penhor.

Uma flor não faz primavera.

Uma foi que nunca errou.

Uma franqueza afetada é um punhal encoberto.

Uma galinha sustenta dez pintos mas dez pintos não sustentam uma galinha.

Uma gota de mel adoça um mar de fel.

Uma gota de mel apanha mais moscas que um tonel de vinagre.

Uma gota de sorte é preferível a um barril de sabedoria.

Uma graça sem outra graça é desgraça.

Uma grande fortuna é uma grande escravidão.

Uma hora cai a casa, e não em cada dia.

Uma hora de dor dura tanto quanto um dia de prazer.

Uma hora de jogo descobre mais que um ano de conversação.

Uma hora melhor que a outra.

Uma hora melhora a outra.

Uma imagem vale por mil palavras.

Uma injustiça feita a um é uma ameaça feita a todos.

Uma irmã a outra irmã não quer ver mais louçã.

Uma lei para o rico, outra lei para o pobre.

Uma má ovelha deita um rebanho a perder.

Uma maça pode aprodrecer um cento.

Uma maçã podre apodrece um cento.

Uma manápula ensina a outra.

Uma mão lava a outra e (ambas/as duas) lavam (o rosto/face).

Uma mão lava a outra e as duas batem palmas.

Uma mão lava a outra e as duas guiam o caminhão.

Uma mão lava a outra e as duas lavam a bunda.

Uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto.

Uma mão lava a outra, e ambas lavam a cara.

Uma mão lava a outra, e ambas lavam o rosto.

Uma mão lava a outra, e ambas o rosto.

Uma mão lava a outra.

Uma mão no fecho, outra no cano.

Uma maré boa, mete-se em casa.

Uma memória ativa e fiel parece dobrar a vida.

Uma mentira acarreta outra.

Uma mentira descobre outra.

Uma mentira puxa outra.

Uma mulher de ouro não vale um homem de palha.

Uma mulher é sempre uma interrogação.

Uma mulher rica é um mal insolente.

Uma no ano, e essa em teu dano.

Uma no cravo, outra na ferradura.

Uma no papo, outra no saco.

Uma noite mal passadoura é.

Uma onça de boa sorte vale mais que um arrátel de ciência.

Uma onça de bom senso vale um arrátel de espírito.

Uma onça de prudência vale mais que um arrátel de ciência.

Uma onça de vaidade estraga um arrátel de mérito.

Uma onda se vai e outra vem.

Uma ovelha má deita um rebanho a perder.

Uma ovelha má põe o rebanho a perder.

Uma ovelha ranhosa deita um rebanho a perder.

Uma ovelha ruim bota um rebanho a perder.

Uma ovelha ruim deita um rebanho a perder.

Uma ovelha tinhosa faz todo o rebanho tinhoso.

Uma palavra antes vale por duas depois.

Uma palavra boa custa pouco e vai longe.

Uma palavra dita a tempo vale mas que um longo discurso tardio.

Uma palavra gentil é como um dia de primavera.

Uma palavra puxa a outra.

Uma palavra puxa outra.

Uma palavra sensata deve ser ouvida, mesmo vinda da boca de um papagaio.

Uma passada de dia vale duas de noite.

Uma passada má, qualquer a dá.

Uma passada má, quem quer a passa.

Uma peçonha mata a outra.

Uma peçonha mata outra.

Uma pílula a tempo poupa nove.

Uma porta se fecha, cem se abrem.

Uma porta se fecha, outra se abre.

Uma profissão é um emprego que une honra e proveito.

Uma quinta roda ao carro só causa embaraço.

Uma sã com uma podre.

Uma sardinha ao longe carrega um burro.

Uma sardinha derreia um burro.

Uma sebe dura três anos; três sebes, um cão; três cães, um cavalo; três cavalos, um homem; três homens, um corvo; três corvos, um elefante.

Uma só andorinha não faz verão.

Uma testemunha, nenhuma testemunha.

Uma tranca vestida parece gente.

Uma vela a Deus e outra ao diabo.

Uma verde com uma madura.

Uma vez é a primeira.

Uma vez não é sempre.

Uma vez não faz costume.

Uma vez não são vezes.

Uma vez se engana o prudente, duas o inocente.

Uma vez se engana o prudente, e duas o inocente.

Umbaúba, quanto mais fina, maior é o oco.

Unhas de gato e hábito de beato.

Unhas de gato e hábitos de beato.

Unir o útil ao agradável.

Uns à porta, outros ao ferrolho.

Uns batem o mato, outros apanham as lebres.

Uns com tanto, outros com tão pouco.

Uns comem os figos, a outros rebenta-lhes a boca.

Uns comem os figos, a outros rebentam-lhes os beiços.

Uns comem os figos.. a outros rebenta-lhes a boca.

Uns devem, porém não pagam; outros pagam sem dever.

Uns fazem a cama para os outros se deitarem.

Uns gostam de sarro de pito e outros de morrão de candeia.

Uns gostam dos olhos, outros da ramela.

Uns plantam verdes para colher maduras.

Uns plantam, outros colhem.

Uns querem com medo, outros com mimo, outros com rigor.

Uns são filhos, outros enteados.

Unta o carro, andam os bois.

Untar o carro para andar e não chiar.

Unta-te de azeite, que, se não te curares, ficarás reluzente.

Urinar claro, figas ao médico.

Urso é, quem lhe veste a pele.

Urso tardio não vai vazio.

Urubu caipora nem galho de peroba escora.

Urubu campeiro não tem morada.

Urubu novo também é branco.

Urubu pelado não se mete no meio dos coroados.

Urubu pelado não voa em bando.

Urubu quando está infeliz, cai de costas e quebra o nariz.

Urubu que está de azar, não há pau que o escore.

Urubu voa alto, mas não larga a carniça.

Urubu, na guerra, é galinha.

Urubu, quando anda caipora, até no peidar rasga o cu.

Urubu, quando anda caipora, não há galho de pau que o agüente.

Urubu, quando anda caipora, nem galho de peroba o escora.

Urubu, quando anda caipora, se atola até em lajedo.

Urubu, quando anda caipora, se atola em lajedo.

Urubu, quando está de azar, até o debaixo caga no de cima.

Urubu, quando está infeliz, até no cagar descadeira.

Urubu, quando está infeliz, até o debaixo caga no de cima.

Urubu, quando está infeliz, cai de costas e quebra o nariz.

Urubu, quando está infeliz, não há galho de pau que o agüente.

Usa cama de frade e mesa de pobre, terás saúde que farte e alegria que sobre.

Usa e serás mestre.

Usa os ouvidos, e não os olhos, para escolher uma mulher.

Usa sempre cobertor, faça frio ou calor.

Usa, mas não abuses.

Usar luvas de pelica.

Usar, mas não abusar.

Usar, não abusar.

Uso ponhas, que não tolhas.

Uvas verdes, nem os cães las comem.

Uvas, figo e melão é sustento de nutrição.

Uvas, figo e melão, é sustento de nutrição.

Uvas, pão e queijo sabem a beijo.

Uvas, pão e queijo, sabem a beijo.

Vá a corda trás o caldeirão.

Vá o rio por onde vão as águas.

Vá onde puder, morra onde dever.

Vá pentear macacos.

Vaca de santo André e mulher de tour´m não servem pra ninguém.

Vaca de vilão, se no inverno dá leite, melhor o dá no verão.

Vaca do monte não tem boi certo.

Vaca e órgãos, nunca enfada.

Vaca parida não come longe.

Vaca que não come com os bois, ou comeu antes, ou comerá depois.

Vaca sabe quanto vale o rabo logo que lho cortam.

Vaca triste e pançuda não presta e não muda.

Vaca velha parece que nunca foi bezerra.

Vaca, bem cozida e mal assada.

Vaga ao revés encrespada, vai dar-te o vento saltada.

Vai a corda trás o caldeirão.

Vai a moça ao rio, conta o seu e o do vizinho.

Vai a moça ao rio; conta o seu e o do seu vizinho.

Vai às duras, e eu às maduras.

Vai como vai, e não como deve.

Vai daqui, ganho, não me dês perda.

Vai daqui, ganho, que me dás perda.

Vai e vem pela sombra pra ser burro pouco te abonda.

Vai e vem quem de seu tem.

Vai el-rei até onde pode, e não onde quer.

Vai grande diferença do vivo ao pintado.

Vai muito de uma coisa a outra.

Vai muito do dizer ao fazer.

Vai muito do vivo ao pintado.

Vai o fumo para o mais formoso.

Vai onde puderes, morre onde deveres.

Vai ver se estou na esquina!.

Vai ver se eu estou ali na esquina!.

Vaidade das vaidades, tudo é vaidade.

Vaidade de pobre é defeito, e de rico é enfeite.

Vaidade de rico é recurso de pobre.

Vaidade em cima, nulidade em baixo.

Vais apagar incêndio?.

Vais salvar teu pai da forca?.

Vai-se o bem para o bem, e as abelhas para o mel.

Vai-se o bem para o bem, e o mal para quem o tem.

Vai-se o comido pelo serviço.

Vai-se o diabo para o diabo, venha Maria para casa.

Vai-se o perigo, volta a presunção.

Vai-se o tempo como o vento.

Vai-se um amor e vem outro.

Vais-te, feira, e eu sem capa.

Vai-te com Deus e São Miguel com as almas.

Vai-te queixar ao bispo!.

Vai-te, feira, e eu sem capa.

Vale a lei o que quer o rei.

Vale este homem o dinheiro que pesa.

Vale este homem quanto pesa.

Vale mais a boa ação que a oração.

Vale mais a mecha que o sebo.

Vale mais a nação que a criação.

Vale mais a palavra que o dinheiro.

Vale mais crédito que dinheiro.

Vale mais geração do que educação.

Vale mais lavrar o nosso ao longe que o alheio ao perto.

Vale mais nada dizer do que dizer nadas.

Vale mais não vender que perder.

Vale mais no farelo que na farinha.

Vale mais o corrido que o lido.

Vale mais o feito calado que o por fazer falado.

Vale mais passar de burro a cavalo que de cavalo a burro.

Vale mais pedir que furtar.

Vale mais ser invejado que lastimado.

Vale mais ser o artífice da sua fortuna que o ser obra dela.

Vale mais um ano á volta que nunca á porta.

Vale mais um bom mandador que um bom trabalhador.

Vale mais um burro que nos leve que cavalo que nos derrube.

Vale mais um inimigo que nos avisa do que o amigo reservado.

Vale mais um sim tardio que um não vazio.

Vale mais uma hora de ciência do que cem de ignorância.

Vale mais uma onça de cautela que uma arroba de botica.

Vale mais uma perna sã que duas muletas.

Vale mais uma sardinha com paz do que uma galinha com guerra.

Vale quanto pesa, ou pesa quanto vale.

Vale quem tem.

Vale tanto como o adulador quem aceita a adulação.

Valentão não morre de velho.

Valentes e vinho bom duram pouco.

Valentia não é privilégio.

Valha-me Nossa Senhora.

Valha-me, meu Santo Antoninho.

Valha-nos São Silvestre e a camisa que ele veste.

Valha-te a eira má.

Vamos ver quem tem garrafas vazias para vender.

Vampiro não se dá em gaiola.

Vão à missa os sapateiros, rogam a Deus que morram os carniceiros.

Vão as leis onde querem os reis.

Vão de orelha é perigoso.

Vão os bons, ficam os ruins.

Vão-se os amores e ficam as dores.

Vão-se os anéis e ficam os dedos.

Vão-se os anéis e fiquem os dedos.

Vão-se os aneis fiquem os dedos.

Vão-se os anéis fiquem os dedos.

Vão-se os anéis fiquem-se os dedos.

Vão-se os anéis, mas ficam os dedos.

Vão-se os anéis, mas fiquem os dedos.

Vão-se os bons, ficam os ruins.

Vão-se os dias maus e vão-se os bons, e ficam filhos e netos de ruins avós.

Vão-se os gatos, e estendem-se os ratos.

Vão-se os gatos, passeiam os ratos.

Vão-se uns, vêm outros.

Vaqueiro novo faz o gado desconfiado.

Vás onde vás, com quais te achares, tal te farás.

Vá-se o diabo para o diabo, venha Maria para casa.

Vasilha quebrada dura muito.

Vasilha ruim não se quebra.

Vaso feio não quebra.

Vaso mau nunca quebra.

Vaso novo primeiro bebe que seu dono.

Vaso ruim não quebra.

Vaso ruim não tem quebra.

Vassoura nova é que varre bem.

Vassoura nova é que varre melhor.

Vassoura nova sempre varre bem.

Vassoura nova varre bem.

Vassoura nova varre direito.

Vassouras novas varrem bem.

Vê a quais agradas, não a quantos.

Vê bem que ates e desates.

Vê o mar e sê na terra.

Vê se não é de mui alto que tua mulher te manda cair.

Vê um dia do discreto e não toda a vida do néscio.

Veado e caça, quem porfia, a mata, e não besteiro cansado.

Veda ao tolo o que queres que ele faça.

Vêem os olhos o que o coração deseja.

Veio Deus a ver, sem companhia.

Velha experimentada por água vai arregaçada.

Velha gaiteira não falta a uma feira.

Velha galinha faz gorda a cozinha.

Velha madeira, vinho velho, velhos amigos e velhos livros.

Velhaco de cinqüenta e cinco costados.

Velhaco não engana velhaco.

Velhice de pimenta, engelhada e negra.

Velhice é doença.

Velhice é mal desejado.

Velhice, segunda meninice.

Velho amador, inverno com flor.

Velho amador, inverno em flor.

Velho apaixonado, com pouco está casado.

Velho casado com moça de poucos anos, corno temos.

Velho com amor, inverno em flor.

Velho com amor, morte em redor.

Velho é bananeira que já deu cacho.

Velho é Pedro, para cabreiro.

Velho é trapo.

Velho enamorado, cedo enterrado.

Velho gaiteiro, velho menino.

Velho na sua terra e o moço na alheia sempre mentem de uma maneira.

Velho namorado, cedo enterrado.

Velho não se senta sem "ui!", nem se levanta sem "ai!".

Velho que de si cura, cem anos dura.

Velho que não adivinha, não vale uma sardinha.

Velho que não anda, desanda.

Velho recém-casado, reza-lhe por finado.

Velho, só vinho, ouro e conselho, e novo, só moça, hortaliça e ovo.

Velhos amigos e contas novas.

Velhos são os trapos.

Vê-lo com os olhos e comê-lo com a testa.

Vem a ventura a quem a procura.

Vêm as glórias, vão-se as memórias.

Vem fácil, vai fácil.

Vem mais apressado o perigo desprezado.

Vem o demo de fora e enxota as galinhas de casa.

Vêm os golpes, vão-se os amores.

Vem teu inimigo humilhado? Guarda-te dele como do diabo.

Vem ventura e dura.

Vem-me o mal que me sói vir, que depois que me farto, me deito a dormir.

Vem-me o mal que me sói vir: depois de farto, me ponho a dormir.

Vemos um argueiro no olho do vizinho e não vemos uma trave no nosso.

Vence quem se vence.

Vencei o mal com o bem.

Vencer a língua é mais que vencer arraiais.

Vencer a si é mais que vencer o mundo.

Vencer a si mesmo é mais que vencer o mundo.

Vencer ou morrer.

Vencer sem luta é triunfar sem glória.

Vencer sem perigo é triunfar sem glória.

Vencer-se a si é mais que vencer o mundo.

Vencer-se a si, é mais que vencer o mundo.

Venda seu peixe, que eu depois vendo o meu.

Vendamos os bois, vamos todos os dois.

Vende a esposado e compra a enforcado.

Vende a própria vontade quem recebe alheio benefício.

Vende em casa e compra em feira, se queres sair da lazeira.

Vende público e compra secreto.

Vender a pele do lobo antes de o matar.

Vender a pele do urso antes de o ter morto.

Vender de contado, comprar fiado.

Vender em casa, comprar na feira.

Vender gato por lebre.

Vender mel a quem o queira.

Vender mel ao colmeeiro.

Vender o peixe.

Vender siso a Catão.

Vendo o peixe pelo preço por que comprei.

Venha minha nora, mas venha cada dia e não cada hora.

Venha o diabo e escolha.

Venha o pastel para o meio.

Vento bom, água na vela.

Vento contra a corrente, levanta mar imediatamente.

Vento de leste não traz nada que preste.

Vento e ventura não duram.

Vento e ventura, pouco dura.

Vento no rosto torna o homem sábio.

Vento ou ventura, pouco dura.

Vento que venta cá, venta lá.

Vento soão agua na mão.

Vento suão molha no Inverno, seca no verão.

Vento suão: chuva na mão.

Vento sudoeste mansinho e panga É de tremer dele, quando se zanga.

Vento sudoeste mansinho e panga, é de tremer dele, quando se zanga.

Ventre em jejum não ouve a nenhum.

Ventura nunca é segura e pouco dura.

Ventura sempre no mal e no bem pouco dura.

Ventura te dê Deus, filho, que o saber pouco te basta.

Ver a estrela do meio-dia.

Ver a palhinha no olho alheio e não ver a trave no seu.

Ver as barbas do vizinho arder e pôr as suas de molho.

Ver com os olhos e comer com a testa.

Ver com quantos paus se faz uma canoa.

Ver com quantos paus se faz uma jangada.

Ver de perto, para contar de certo.

Ver é fácil, prever é difícil.

Ver e ouvir como São Tomé.

Ver em que param as modas.

Ver estrelas ao meio-dia.

Ver não tira pedaço.

Ver o mal antes que chegue é grande bem para escapar dele.

Ver o mar e morar em terra.

Ver os touros de palanque.

Ver para crer, como São Tomé.

Ver para crer.

Ver sem atenção não é ver.

Ver tudo cor-de-rosa.

Ver um argueiro no olho do vizinho e não ver uma tranca no seu.

Ver um argueiro no olho do vizinho e não ver uma trave no seu.

Ver, ouvir e calar é a regra do bom viver.

Ver, ouvir e calar.

Ver, prever, poder, é viver.

Verdade, verdade, não há beleza sem bondade.

Verdade, verdade: não há beleza sem bondade.

Verdadeiro estudo do homem é o homem.

Verdades há como estrelas, que só se avistam nos céus.

Verdades há que amargam como fel e mentiras que têm o sabor do mel.

Verde é o que o lume não vê.

Vergonha é furtar e não poder carregar.

Vergonha é roubar e não poder carregar.

Vergonha no pobre fá-lo mais pobre.

Vergonha só se perde uma vez.

Vermelha alvorada vem mal-encarada.

Vermelho nascente que pronto descora, tempo de chuva que está p'ra demora.

Ver-se entre o malho e a bigorna.

Vê-se com prazer a cara do amigo e os pés do inimigo.

Vê-se na adversidade o que vale a amizade.

Vê-se pela aragem quem vai na carruagem.

Vésperas de aldeia, põe a mesa e a ceia.

Veste-te em guerra, arma-te em paz.

Vestidura que muitos há de cobrir, a contento de todos se há de cortar.

Vestir a carapuça.

Vestir a uso e comer a gosto.

Vezo mau tarde é deixado.

Vezo ponhas, que não tolhas.

Vi com estes olhos que a terra há de comer.

Vi um homem que viu outro que viu o mar.

Viagem de boca não faz despesa.

Vício de mulheres é o único que o homem pode ter, porque o perde sem querer.

Vício não castigado cresce ilimitado.

Vícios aprendem-se sem professor.

Vida da aldeia, Deus a dê a quem a deseja.

Vida de porco, curta e gorda.

Vida de só, vida de Jó.

Vida e confiança só se perde uma vez.

Vida é prazer de quem não tem prazer.

Vida é prazer de quem não tem saber.

Vida gemida, vida comprida.

Vida infeliz com a afortunada o sono iguala.

Vida que levas fome que rapas.

Vida que levas, fome que rapas.

Vida sem amigo, morte sem castigo.

Vida sem amigo, morte sem testemunhas.

Vidro quebrado perde o valor, e soldado não tem graça.

Vidro, jejum e segredo, se se quebram, não têm solda.

Vieram porcos do monte, lançaram-nos de nossa corte.

Vieste ao atar das feridas.

Vilaboim, terra boa, gente ruim.

Vilão comido, vilão fugido.

Vilão ruim dá sempre mau pago a quem o serve.

Vilão ruim não precisa chocalho.

Vilão sáfio, mulher sáfia.

Vilão servido, vilão esquecido.

Vinha entre vinhas, casa entre vizinhas.

Vinho branco é beber e não ser manco.

Vinho com melancia faz pneumonia.

Vinho do meio, mel do fundo, azeite de riba.

Vinho doce, bebe-o como se nada fosse.

Vinho e amigo o mais antigo.

Vinho e amigo, o mais antigo.

Vinho e medo descobrem segredo.

Vinho e moça, peral e faval, maus são de guardar.

Vinho e mouro, não é tesouro.

Vinho em excesso nem guarda segredo, nem cumpre promessa(s).

Vinho em excesso nem guarda segredo, nem cumpre promessas.

Vinho madurão faz o homem brigão.

Vinho não há mister ramo.

Vinho pela cor, pão pelo sabor.

Vinho que baste, carne que farte, pão que sobre e seja eu pobre.

Vinho que baste, carne que farte, pão que sobre, e seja eu pobre.

Vinho tirado é vinho bebido.

Vinho turvo, madeira verde e pão quente são três inimigos da gente.

Vinho velho, amigo velho, ouro velho.

Vinho verde em Janeiro é mortalha no telheiro.

Vinho, azeite e amigo, o mais antigo.

Vinho, azeite e amigo, quanto mais velho, melhor.

Vinho, azeite e amigos, os mais antigos.

Vinho, azeite e amigos.. os mais antigos.

Vinho, mulheres e tabaco fazem o homem fraco.

Vinho, mulheres e tabaco põem o homem fraco.

Vinho, ouro e amigo, quanto mais velho, melhor.

Vinte galinhas e um galo comem tanto como um cavalo.

Vintém poupado, vintém ganhado.

Vintém poupado, vintém ganho.

Violência é crise de fraqueza.

Vir ao atar das feridas.

Vir ao pintar da faneca.

Vira tua boca para lá.

Virar a casaca.

Virar o bico ao prego.

Virar-se o feitiço contra o feiticeiro.

Virtude invejada, duas vezes é virtude.

Virtude precede, quando a força cede.

Virtudes vencem sinais.

Virtudes vencem vícios.

Visita rara, convidado amável.

Visitas sempre dão prazer; quando não é na sua chegada, é na partida.

Vista bela é ver o mar e morar em terra.

Vista de quem não tiveres dor, à tarde e sem sol.

Vista faz fé.

Visto isto e ós actos quem comeu escusa de pratos.

Vitória de Pirro.

Viu passarinho verde.

Viu-se o demo em socos e quis pisar os outros.

Viu-se o diabo com botas, correu a cidade toda.

Viu-se o diabo de cruz, correu toda a cidade.

Viúva de beira de estrada, nem viúva, nem casada.

Viúva é barco sem leme.

Viúva e capão, quanto comem, assim dão.

Viúva é sobejo de defunto.

Viúva nova e rica casada fica.

Viuva rica casada fica.

Viúva rica casada fica.

Viúva rica com um olho chora e com outro repenica.

Viúva rica é noiva.

Viúva rica sempre casada fica.

Viúva rica, com um olho chora, com o outro repenica.

Viúva rica, com um olho chora, com o outro repica.

Viúva rica, por um olho chora, por outro repenica.

Viúvo fica é quem morre.

Viva a galinha com sua pevide.

Viva a galinha e viva com sua pevide.

Viva a galinha e viva sua pevide.

Viva a pátria e chova arroz.

Viva el-rei e dá cá a capa.

Viva o luxo com seu repuxo.

Viva o luxo e padeça o bucho.

Viva quem reina.

Viva quem tem bigode: quem tem cavanhaque é bode.

Viva quem vence.

Vive bem aquele que vive escondido.

Vive de sorte que aches a vida na morte.

Vive o pastor com a sua rudeza e morre o físico que a física reza.

Vivendo e aprendendo.

Vivendo, aprende-se.

Viver à custa da barba longa.

Viver bem, que Deus é Deus.

Viver da mão à boca.

Viver de ar.

Viver de crédito, pagar dobrado.

Viver e casar, cada qual com seu igual.

Viver é como desenhar sem borracha.

Viver e deixar viver.

Viver é lutar.

Viver muito é uma prova de sentir pouco.

Viver não é nada, saber viver é que é.

Viver não posso, morrer não quero.

Viver o dia a dia.

Vive-se mais tempo deitado do que em pé.

Vizinhança é meia parentela.

Voa o tempo como o vento.

Vogue a galé, venha o que vier.

Volta direita, vem satisfeita, volta de cão traz furacão.

Volta direita, vem satisfeita. Volta de cão traz furacão.

Voltar à vaca fria.

Voltar ao início.

Voltar-se o feitiço contra o feiticeiro.

Vontade de rei não conhece lei.

Vontade é vida.

Vontade também consola.

Voo de falcão, morte de gavião.

Vôo de falcão, morte de gavião.

Vós às duras, e eu às maduras.

Vós que arrotais, é porque fartinho estais.

Vós que não dais, por que esperais?.

Vossas obras dirão quem vós sois.

Vossas obras dizem quem vós sois.

Voz de um, voz de nenhum.

Voz do povo é voz de Deus.

Voz do povo, voz de Deus.

Voz do povo, voz do diabo.

Vozes da aldeia, não crer nem em meia; vozes da cidade, a metade da metade.

Vozes de asno não chegam ao céu.

Vozes de burro não chegam (ao céu/aos céus).

Vozes de burro não chegam ao céu.

Vozes de burro não chegam aos céus.

Xales ao vento, donas ao relento.

Xarope bem feito não surte efeito.

Xarope bem feito, nem sempre surte efeito.

Xaxado só dança quem sabe.

Xexéu e vira-bosta, cada qual do outro gosta.

Xexéu e vira-bosta, cada qual do rabo gosta.

Zangado como um diabo que bebeu água-benta.

Zangado como uma barata.

Zangam-se as comadres, (ouvem-se/sabem-se) as verdades.

Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.

Zangam-se as comadres, sabem-se as verdades.

Zangas de namorados, amores dobrados.

Zé Nabiça quanto vê, quanto cobiça.

Zé Nabiça, quanto vê quanto cobiça.

Zelo mostra o que o coração sente.

Zeloso que não sabe dar a capa, não tem bom zelo.

Zomba das cicatrizes quem nunca foi ferido.

Zomba o vesgo do zarolho.

Zombai com o tolo em casa, zombará convosco na praça.

Zombai do tolo em casa, zombará convosco na praça.

Zombar dos bons conselhos é dispor para as ruínas.

Zombaria de siso mete os homens em perigo.

Zorro deitado não apanha bocado.

Zorro deitado não apanha mosca.

Zorro deitado não pega mosca.

Zurra o burro, deitam-lhe o cabresto.

Zurra o burro, deitem-lhe o cabresto.

Zurra o jegue, botam-lhe o cabresto.

Zurros de burro não chegam ao céu.

Zurros de burro não chegam aos céus.

< operone >