Portugiesische Weisheiten 2


A clera comea pelo delrio e finda pelo arrependimento.

A clera uma loucura passageira.

A colher que sabe a quentura da panela.

A como vale o moio de aveia? Pois dela quero uma quarta e meia.

A como vale o quintal que quero ona e meia?.

A companhia faz a festa.

A companhia faz a posio doce e a fortuna leve.

A comprar, s o que se pode pagar.

A condio de bom vinho como a de bom amigo.

A condio tbia desapercebe o entendimento.

A confraria rica, os padres que so pobres.

A conscincia de cada um o mais certo juiz de suas obras.

A conscincia o melhor conselheiro.

A conscincia o melhor travesseiro.

A conscincia o primeiro juiz das obras.

A conscincia tranqila o melhor travesseiro.

A conscincia vale por mil testemunhas.

A conscincia, cedo ou tarde, ser o mais severo acusador do culpado.

A considerao inimiga dos apetites.

A conta dos ciganos, todos furtamos.

conta dos ciganos, todos furtamos.

A conta dos mortos quem faz so os vivos.

A conta dos vivos quem faz so os mortos.

A contas velhas, baralhos novos.

A contas velhas, jeitos novos.

A contnua goteira deixa sinal na pedra.

A contnua goteira faz sinal na pedra.

A continuao do cachimbo faz a boca torta.

A continuao em tudo vale muito, e o tempo descobre o melhor.

A continuao tudo vence.

A contradio sempre de mau tom.

A conversa como as cerejas.

A conversao escandalosa argi zelo danado.

A conversao mostra o que todos so.

A copa da rvore o teto de quem no tem casa.

A corao apaixonado nada se deve crer.

A coragem cresce com a ocasio.

A coragem vence a guerra, que no armas boas.

A corda arrebenta sempre do lado mais fraco.

A corda arrebenta sempre pelo lado mais fraco.

A corda da mentira muito curta.

A corda quebra sempre do lado mais fraco.

A corda quebra sempre pelo lado mais fraco.

A corda quebra sempre pelo mais fraco.

A corda rebenta sempre pelo lado mais fraco.

A coroa no cura dor de cabea.

A cortia, arde-lhe o manto e fica o quebranto.

cortia, arde-lhe o manto, fica-lhe o quebranto.

A coruja acha seus filhos lindos.

A coruja gaba seu toco.

A cota deve dizer com a jirigota.

A couve requentada e a mulher a casa tornada jamais sero bons.

A credulidade dos tolos o patrimnio dos velhacos.

A crena nos mdicos, que falta nos sos, sobeja nos doentes.

A criao e disciplina fazem costume.

A criada quem come o olho da panela.

A criado novo po e ovo; depois de velho po e Demo.

A criado novo, po e ovo; depois de velho, pau e demo.

A criana com os arbustosinhos; tambm precisa de um arrimo.

A cruz na boca e o diabo no corao.

A cruz nos peitos e o diabo nos feitos.

A cuba cheira ao vinho que tem em si.

A cuco no cuques, e a ladro no furtes.

A culpa condena.

A culpa de quem se ama, di mais e perdoa-se mais asinha.

A culpa de um no deve ser pena de todos.

A culpa de um pecado no se paga com a penitncia de outro.

A culpa ficou solteira.

A culpa morre solteira.

A culpa morreu solteira.

A culpa promete a pena.

A culpa promete pena.

A culpa que se confessa com lgrimas de arrependimento comea a ser virtude.

A cultura a nica riqueza que os tiranos no podem confiscar.

A curiosidade matou um gato.

custa alheia, todos so prudentes, esforados e comedidos.

custa de barba longa.

custa dos tolos se riem os assisados.

A dama do monte, cavalheiro da corte.

A dar est obrigado aquele a quem ho dado.

A deleitosa vida amarga com a lembrana da morte.

A demasiada afeio cega a razo.

A demasiada boa-f sinnimo de imbecilidade.

A desconfiana causa segurana.

A desconfiana a me da discrio e da prudncia.

A desconfiana a me da segurana.

A desconfiana a sentinela da segurana.

A desconfiana filha da adversidade.

A desconfiana me da discrio e da prudncia.

A desconfiana me da segurana.

A desconfiana me dos discretos.

A desculpa do aleijado a muleta.

A desejo vem a costura.

A desesperao faz os homens ousados.

A desestima dos bons d ousadia aos maus.

A desgraa de quem pede ser sujeito a quem tem.

A desgraa de quem pede sujeitar-se a quem tem.

A desgraa de uns o bem de outros.

A desgraa do pobre querer imitar o rico.

A desgraa como a morte: nivela todos os homens.

A desgraa entra s braadas e vai s polegadas.

desgraa ningum foge.

A desgraa vem s braadas e vai s polegadas.

A desgraa vem sem ser chamada.

A desgraa, para ser boa, precisa ser bem desgraada.

A destreza pode muito, mas mais a perseverana.

A desventura sempre espreita e vem no cuidada.

A determinao em todo negcio perigosa.

A Deus e a el-rei, no errarei.

A Deus e ventura, botar a nadar.

A Deus nada difcil.

A Deus nada impossvel.

A Deus nada se esconde.

A Deus ningum engana.

A Deus poders mentir, mas no enganar.

A Deus rogando, e com o mao dando.

A Deus tudo fcil e nada impossvel.

A devoo das coisas est no proveito ou gosto delas.

A diligncia a me da boa ventura.

A diligncia a me da prosperidade.

A diligncia a me da ventura.

A diligncia a me do bom xito.

A diligncia a mo direita da fortuna; a frugalidade, a esquerda.

A diligncia me da boa ventura.

A diligncia me de todas as virtudes.

A discrio adjetiva-se com a condio.

A discrio da sorte da pobreza.

A dita dos maus tormento dos bons.

A dita faz bom parecer.

A dvida o primeiro herdeiro, e no espera testamenteiro.

A dvida o primeiro herdeiro.

A doura do proveito tira a dor ao dano.

A doura do proveito tolhe a dor do dano.

A doura tira nojo, e a cordura abre olho.

A doura tira o nojo, e a cordura abre o olho.

A doena e a dor conhecem-se na cor.

A doena o celeiro do mdico.

A doena entra s braadas e sai s polegadas.

A doena vem a cavalo e vai a p.

A doena vem a cavalo e volta a p.

A doena vem s braas e vai s polegadas.

A doena vem s carradas e sai s gotas.

A dois ruins e a dois ties, nunca bem os compes.

A donzela e o aor, com as espaldas ao sol.

donzela honesta o trabalho festa.

A dor at os inocentes faz mentir.

A dor de cabea minha, e as vacas so nossas.

A dor de cabea, minhas, as vacas, nossas.

A dor ensina a gemer.

A dor ensina a parir.

A dor nunca matou.

A dor por que vem algum proveito, no se sente.

A dor prpria no descansa no repouso alheio.

A dor que teu vizinho no sabe, no dor de verdade.

A dormir no se alcanam vitrias.

A duas palavras, trs porradas.

A dvida a escola da verdade.

A dvida a sala de espera do conhecimento.

A dvida o comeo da sabedoria.

A economia a base da prosperidade.

A economia a base da riqueza.

A economia um grande rendimento.

A economia um vcio na opulncia.

A educao mais importante do que a natureza.

A eloqncia parlamentar uma campainha que se toca quando chega a hora de jantar.

A empenada quer-se quebrada.

A engatinhar se aprende a andar.

A erva ao vento se inclina.

A erva daninha depressa nasce e tarde envelhece.

A erva ruim no seca a geada.

A escola do mundo dura.

A escritura a vida das palavras.

A escudeiro mesquinho, patro adivinho.

A escudeiro mesquinho, rapaz adivinho.

A escusas de mau pagador, orelhas de mercador.

A esmola um mistrio: quando a derdes, fechai a porta.

A esmola no empobrece, mas para o cu enriquece.

A esmola, quando muita, o santo desconfia.

A espada e o anel, na mo em que estiver.

A espada e o anel, segundo a mo em que estiver.

A espada vence e a palavra convence.

A espada vence, e a palavra convence.

A esperana conforta a alma, honra e vida.

A esperana de glria alivia todas as penas.

A esperana do descanso alivia o trabalho.

A esperana do ganho diminui a canseira.

A esperana a ultima a morrer.

A esperana a ltima a morrer.

A esperana a ltima que morre.

A esperana o po dos infelizes.

A esperana o po dos pobres.

A esperana o refrigrio do trabalho.

A esperana o sonho do homem acordado.

A esperana refrigrio do trabalho.

A esperana sempre a ltima que morre.

A esperana uma virtude.

A esperana no ganho diminui a canseira.

A esperana sempre deu o melhor, e o tempo, tudo.

A espinha, quando nasce, leva o bico adiante.

A espinha, quando nasce, leva o pico adiante.

A essoutra porta, que esta no se abre.

A estima das coisas est no carecer delas.

A estrada longa, mas as vozes so belas.

A estrela brilha atrs das nuvens.

A exceo confirma a regra.

A excepo faz a regra.

A existncia a eterna procura da felicidade.

A experincia corrige.

A experincia a me da cincia e a mestra da vida.

A experincia a me da cincia.

A experincia a me da sapincia.

A experincia a me das coisas.

A experincia a me de todas as cincias.

A experincia a me do saber.

A experincia a mestra da vida.

A experincia me da cincia.

A experincia mestra em todas as coisas.

A experincia ensina em um momento o que o conselho no pode persuadir em toda a vida.

A experincia gera a desconfiana.

A experincia no ganho diminui a canseira.

A experincia que no di, muito pouco ou nada aproveita.

A experincia tem uma escola em que as lies custam caro, mas a nica em que os tolos se podem instruir.

A experincia vale mais que a cincia.

A extrema grandeza conduz ao extremo abatimento.

A fasca, quando fenece, mais se acende.

A falar que a gente se entende.

A falar no diabo e ele a aparecer.

A falar no mau, aparelhar o pau.

A falsa modstia um refinamento da vaidade.

falta de capo, cebola e po.

falta de capo.. cebola e po.

A falta de cuidado mais nociva que a do saber.

falta de po, at migalhas vo.

falta de po, boas so as tortas.

falta de um grito morre um burro no atoleiro.

falta de um grito, vai-se embora uma boiada.

A falta do amigo h de se conhecer, mas no aborrecer.

A fama das mulheres est mais no que dizem do que no que .

A fama o mais duradouro dos tmulos.

A fama sempre dura.

A fama tem asas.

A fama voa.

A familiaridade a sepultura do amor.

A familiaridade encurta o respeito e rebaixa a autoridade.

A familiaridade gera o desdm.

A familiaridade produz o desprezo.

A familiaridade provoca desrespeito.

A farinha do diabo vai-se toda em farelo.

A fartura faz a bravura.

A fartura faz bravura.

A fatalidade cega.

A fatia do pobre cai sempre com a manteiga voltada para o cho.

A fazenda mostra desbota.

A fazenda de raiz farta, mas no basta.

A fazenda fazendo-a.

A fazenda muito mostra desbota.

A f abala montanhas.

A f como a alma, no torna de onde sai.

A f o conselho dos miserveis.

A f que nos salva, e no o pau da barca.

A f que nos salva.

A f move montanhas.

A f no tem olho.

A f nas obras se v.

A f remove montanhas.

A f sem obras morta.

A f transporta montanhas.

A felicidade e a riqueza despertam a inveja.

A felicidade algo que se multiplica quando se divide.

A felicidade algo que se multiplica, quando se divide.

A felicidade to frgil como o cristal.

A felicidade est onde a pomos, mas nunca a pomos onde estamos.

A felicidade est onde cada um a pe.

A felicidade no d nunca aquilo que o seu nome promete.

A felicidade no o lugar para onde se est indo, a viagem.

A felicidade no um destino aonde chegamos, mas uma maneira de viajar.

A felicidade precisa de ser interrompida para ser sentida.

A felicidade sorri aos tolos.

A felicidade tem asas, como o tempo.

A fmea que faz o ninho.

A ferida do amor, quem a d, a sara.

A ferida do co cura-se com o pelo do mesmo co.

A ferro quente, malhar de repente.

A ferro quente, malha-se de repente.

A ferrugem come o ferro, e o cuidado, o corao.

A ferrugem gasta mais do que o uso ou o trabalho.

A ferrugem gasta mais que o trabalho.

A ferrugem gasta mais que o uso.

A ferrugem gasta o ferro, e o cuidado, o corao.

A ferrugem gasta o ferro.

A ferrugem ri o ferro.

A festa quer vspera.

fiandeira laboriosa nunca faltou pano para camisas.

A fiar e a tecer, ganha a mulher de comer.

A fidelidade compra-se com a fidelidade.

A fidelidade sempre suspeita, quando comprada.

A figueira quer p na gua e cabea ao sol.

filha casada, saem-lhe genros.

A filha da ona traz pintas que nem a me.

filha de rico, no lhe toques no vestido.

A filho e amigo, po e castigo.

A fio rouba o moleiro, e mais do-lhe po.

A fisionomia o espelho da alma.

A fiza de conde, no mates o homem, que morrer o conde e o homem.

A fiza de parentes, cata que merendes.

A fiza de parentes, no deixes de guarda que merendes.

A flecha no torna depois de lanada.

A fome agua o engenho.

A fome alheia faz prover minha ceia.

A fome alheia me faz perder a eira.

A fome alheia me faz prover a minha ceia.

A fome alheia me faz prover minha ceia.

A fome boceja a fartura arrota.

A fome boceja, a fartura arrota.

A fome carrega nas costas a justia.

A fome chega porta do oficial e no pode entrar.

A fome chega porta do oficial, mas no ousa entrar.

A fome d ao pobre o direito sagrado de importunar o rico.

A fome a m conselheira.

A fome a melhor amiga do cozinheiro.

A fome a melhor cozinheira.

A fome a melhor mostarda.

A fome e a sede pem a lebre a caminhar.

A fome e a sede pem a lebre a caminho.

A fome boa cozinheira.

A fome boa mostarda.

A fome inimiga da alma.

A fome inimiga da virtude.

A fome m conselheira.

A fome negra.

A fome e o frio metem a lebre a caminho.

A fome e o frio metem a pessoa com seu inimigo.

A fome e o frio pem a lebre a caminho.

A fome o melhor condimento.

A fome o melhor cozinheiro.

A fome o melhor tempero.

A fome espreita porta de quem trabalha, mas no entra em casa.

A fome faz a ona sair do mato.

A fome faz sair o lobo ao povoado.

A fome faz sair o lobo da mata ao povoado.

A fome faz sair o lobo do mato.

A fome no cuia.

A fome no espera pela fartura.

A fome no espera pelo tempo da fartura.

A fome no faz bom cabelo.

fome no h po duro.

A fome no tem lei.

A fome, grande mestra, at os animais adestra.

A fora da corrente est no elo mais fraco.

A fora das mulheres consiste na sua fraqueza.

fora de vilo, ferro em meio.

A fora dos tiranos est toda na pacincia dos povos.

A fora a medida do direito.

A fora o direito dos conquistadores.

A fora o poder da justia; o poder da injustia a violncia.

A fora est na constncia.

A forca no foi inventada somente para os que no sabem o nome do seu av.

A forca no perde o seu.

A forca nunca perde o seu.

A formiga sabe a folha que ri.

A formiga, ainda que pequena, mata o crocodilo.

A formiga, quando quer perder-se, cria asas.

A formosura um engano mudo.

A formosura uma tirania de pouco tempo.

A fortaleza maior louvor merece em esperar que em cometer.

A fortuna a ningum perdoa.

A fortuna ajuda aos fortes.

A fortuna ajuda aos ousados e despreza os temerosos.

A fortuna ajuda os atrevidos, mas tambm, muita vez, os abandona.

A fortuna ajuda os fortes.

A fortuna at aos vencidos ensina a arte da guerra.

A fortuna auxilia o forte.

A fortuna chega enquanto se dorme.

A fortuna d e tira.

A fortuna cega.

A fortuna como o vidro: tanto brilha como quebra.

A fortuna de vidro: resplandece mas frgil.

A fortuna madrasta da prudncia.

A fortuna vria.

A fortuna vria: hoje a favor, amanh contrria.

A fortuna enlouquece a quem muito favorece.

A fortuna favorece aos fortes.

A fortuna faz bravura.

A fortuna h medo aos esforados e assopeia os fracos.

A fortuna mais asinha se acha do que se sustenta.

A fortuna muda as feies.

A fortuna muda-se como o vento.

A fortuna no consiste em ter, seno em merecer.

A fortuna no como se pinta.

A fortuna no tira, seno o que ela tem dado.

A fortuna pode cansar os bons, mas no venc-los.

A fortuna procura a quem sabe aproveit-la.

A fortuna somente cega para os que a no compreendem.

A fortuna varia, hoje a favor, amanh contra.

A fortuna, afagando, espreita, e a prosperidade a mais suspeita.

A fortuna, assim como a desgraa, no costuma vir s.

A fortuna, quando afaga, ento espreita, e a prspera mais suspeita.

A fortuna, quando afaga, ento espreita.

A frade no faas cama, e a m mulher no faas ama.

A frade no faas cama, e a tua mulher no faas ama.

A frade no faas cama; de tua mulher no faas ama.

A franqueza pode ser reprovada; a lealdade sempre apreciada.

A fruta proibida a mais apetecida.

A funo cria o rgo.

A funo faz o orgo.

A furo cansado, tira-lhe o aaimo.

A fria no espera razo.

A fria nunca aconselhou bem.

A gado que ri, nunca faltaram farrapos.

A gaiola feita e a pega morta.

A galgo velho, deita-lhe lebre e no coelho.

A galinha da minha vizinha mais gorda do que a minha.

A galinha da minha vizinha mais gorda que a minha.

A galinha da minha vizinha sempre melhor que a minha.

A galinha da minha vizinha sempre melhor do que a minha.

A galinha da vizinha mais gorda que a nossa.

A galinha da vizinha sempre mais gorda que a minha.

A galinha da vizinha sempre melhor que a minha.

A galinha da vizinha pe mais ovos que a minha.

A galinha do vizinho mais gorda que a minha.

A galinha do vizinho sempre mais gorda.

A galinha no pe pelo papo, seno pelo galo.

A galinha o bicho come; a mulher d que falar.

A galinha onde tem os ovos, tem os olhos.

A galinha que canta como galo corta-se-lhe o gargalo.

A galinha velha d bom caldo.

A galinha velha faz bom caldo.

galinha, aparta-lhe o ninho, pr-te- o ovo.

gana de comer (Com fome) no h mau po.

gana de comer, no h mau po.

A ganhar se perde, e a perder se ganha.

A gastador nunca faltou que gastar, nem a jogador, que jogar.

A generosidade perdoa; a imprudncia esquece.

A gente conta o milagre, mas no diz o nome do santo.

A gente o que .

A gente que sabe onde o sapato aperta.

A gente ganha dinheiro, mas dinheiro no faz gente.

A gente guarda o que comer, no o que fazer.

A gente no sabe para que santo se volte.

A gente nasce nu e no se enterra de chapu.

A gente nasceu nu e no se enterra de chapu.

A gente nunca se esquece de quem se esquece da gente.

A gente pensa no ter vcios, quando no tem os dos outros.

A gente pensa que se benze e arrebenta as ventas.

A gente pobre, moeda mida.

A gente preta no se faz casa vermelha.

A gente queira ou no queira, tem de ir o burro feira.

A gente sabe onde nasce, mas no sabe onde morre.

A gente s fecha a porta depois de roubado.

A gente s se lembra de Santa Brbara, quando ronca a trovoada.

A gente trabalha para si, para Deus e para o diabo.

A gente v cara, no v corao.

A gente v caras, no v coraes.

A gerao de uma coisa corrupo de outra.

A glria do conquistador como a iluminao do incndio.

A glria um legado oneroso para quem no pode sustent-la.

A glria uma dama cruel, que faz pagar mui caros os seus favores.

A glria sem dinheiro no mais que uma doena.

A gorda galinha faz gorda a cozinha.

A gordura capa de defeitos.

A gosto danado o doce amargo.

A gota e gota, o mar se esgota.

A graa para o corpo o que o bom-senso para o esprito.

A grama do vizinho sempre mais verde.

A grama sempre mais verde do lado do vizinho.

A grande co, grande osso.

grande pressa, grande vagar.

A grandes cautelas, cautelas maiores.

A grandes males, grandes remdios.

A grandes personagens, palavras poucas.

A gro e gro, enche a galinha o papo.

A gro e gro, enche a galinha o serro.

A gro gastador, o muito no basta, a gro poupador, o pouco sobeja.

A gro gastador, o muito no basta; e a grande poupador, o pouco sobeja.

A gratido a memria do corao.

A gratido o nico tesouro do pobre.

A gratido tem tanto de nobre, como de vil a ingratido.

A gravidade afetada a casca da sabedoria.

A grei paga as loucuras do seu rei.

A guerra arruna mesmo os que a ganham.

A guerra e a ceia, comeando se ateia.

A guerra e a ceia, comeando, se ateia.

A guerra a festa dos mortos.

A guerra um processo que arruna mesmo aqueles que a ganham.

A guerra vive da guerra.

A guia de um cego no pode ser outro.

A gula conduz mendicidade.

A gula mata mais que a espada.

A gulodice tem matado mais gente do que a espada.

A hipocrisia uma homenagem que se faz virtude.

A histria do que existe a histria do que existiu e do que h de existir.

A histria a escola dos povos e dos reis.

A histria a mais sbia conselheira dos reis.

A histria a testemunha dos tempos, a luz da verdade, a vida da memria, e a mestra da vida.

A histria o livro dos reis.

A histria se repete atravs dos sculos.

A histria se repete.

A homem aventureiro, a filha lhe nasce primeiro.

A homem calado e mulher barbada, em tua casa no lhes ds pousada.

A homem comedor, nem coisa delicada, nem apetite no sabor.

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