• DICTUM
    ao

  • Ao afortunado, até os galos (lhe) põem ovos.
  • Ao afortunado, até os galos põem ovos.
  • Ao agradecido, com todo o bem é crido.
    var] Ao agradecido, mais do pedido.
  • Ao alcaide e à donzela ninguém diga 'se eu quisera'.
  • Ao alugar, cantar; ao pagar, chorar.
  • Ao alvorecer.
  • Ao amigo e ao cavalo, não apertá-lo (o. cansá-lo).
  • Ao amigo e ao cavalo, não apertá-lo.
  • Ao amigo generoso nada lhe faz injúria.
  • Ao amigo molestar, nem a rir nem a brincar.
  • Ao amigo o segredo diz, ter-te-á preso pelo nariz.
  • Ao amigo que não é certo, (com) um olho fechado e o outro aberto.
  • Ao amigo que não é certo, um olho fechado e outro aberto.
  • Ao amigo que pede não se diz 'amanhã'.
  • Ao amigo que pede não se diz amanhã.
  • Ao amigo, ama-o com o seu vício.
  • Ao amigo, com seu vício.
  • Ao amor, fogo e tosse, mal faz quem não lhe acode.
  • Ao ano andar, aos dois falar.
  • Ao arbítrio do juiz se deixa o que por direito não é definido.
  • Ao arbítrio, como se queira: Proceder ad libitum.
  • Ao arrendar cantar e ao pagar chorar.
  • Ao autor não é lícito o que ao réu se denega.
  • Ao avarento falta o que não tem e falta o que tem.
  • Ao avarento nunca falta pretexto para recusar.
  • Ao avarento, tanto lhe falta o que tem como o que não tem.
  • Ao baixel sem esperança Deus depara o porto.
  • Ao bêbado e ao tolo, dá-se o caminho todo.
  • Ao bebedor não falta vinho, nem à fiandeira, linho.
  • Ao bem busca-o e ao mal espera-o.
  • Ao bem calar chamam santo.
  • Ao bem, buscá-lo, e ao mal, esperá-lo (o. estorvá-lo).
  • Ao bobo, muda-lhe o jogo.
  • Ao boi pelo corno, ao homem pela palavra(s).
  • Ao boi que remói, nada lhe dói.
  • Ao boi, pelo corno; ao homem, pela palavra.
  • Ao bom amigo, com teu pão e (com) teu vinho.
  • Ao bom calar chamam santo.
  • Ao bom cavalo espora, ao bom escravo, açoite.
  • Ao bom comer ou mau comer, três vezes beber.
  • Ao bom darás e do mau te afastarás.
  • Ao bom dia abre a porta e ao mau te aparelha.
  • Ao bom dia, abre-lhe a porta, e ao mau te aparelha.
  • Ao bom entendedor meia palavra basta.
  • Ao bom pagador não dói o penhor.
  • Ao bom pano, na arca lhe sai o amo.
  • Ao bom tudo darás, e do mau te afastarás.
  • Ao bom varão terras alheias (sua) pátria são.
  • Ao cabo de cem anos todos seremos calvos.
  • Ao cabo de cem anos, os reis são vilões, e ao cabo de cento e dez, são os vilões reis.
  • Ao cabo de um ano, tem o criado as manhas do amo (o. dono).
  • Ao caído todos se lhe atrevem.
  • Ao cão e ao palreiro, deixa-os no sendeiro.
  • Ao casamento segue-se o arrependimento.
  • Ao cego não dão cuidado os espelhos.
  • Ao cego, muda-lhe o fito.
  • Ao coelho ido, conselho vindo.
  • Ao comprar, te arremanga.
  • Ao confessor e ao letrado confessa o teu pecado.
    var] Ao confessor e ao letrado, não o tenhas enganado.
  • Ao correr da pena.
  • Ao correr da pena; a pressa (com a pena a correr).
  • Ao decidir o que é necessário, é mais seguro não se apressar.
  • Ao delicado, pouco mal o tem atado.
  • Ao derradeiro morde o cão.
  • Ao desditoso, pouco lhe vale ser esforçado.
  • Ao diabo e à mulher nunca falta que fazer.
  • Ao doente forte a água é medicina.
  • Ao doente forte, a água é medicina.
  • Ao doente que é de vida, a água lhe é medicina.
  • Ao doido e ao touro, dá-lhe curro.
  • Ao erguermos a vista, não vemos fronteiras.
  • Ao espantado sua sombra lhe basta.
  • Ao falar no mau, aparelhar o pau.
  • Ao faminto dá alimento, e Deus te dará sustento.
  • Ao feito, remédio; ao por fazer, conselho.
  • Ao ferreiro da maldição, se tem ferro, falta-lhe carvão.
  • Ao fevereiro e ao rapaz, perdoa tudo quanto faz.
  • Ao figo água, à pêra vinho.
  • Ao filho do vizinho, limpa-lhe o monco e mete-o em casa.
  • Ao fim de um ano tem o criado as manhas do amo.
  • Ao fim se canta a glória.
  • Ao frigir dos ovos se verá.
  • Ao frigir o veremos.
  • Ao gastador nunca falta que gastar, nem ao jogador, que jogar.
  • Ao gato, por ladrão, não lhe dês de mão.
    var] Ao gato, por ladrão, não o tires de tua mansão.
    var] Ao gato, por ser ladrão, não o tires de tua mansão.
  • Ao gosto danado o doce é amargo.
  • Ao grande que te é sobranceiro, não emprestes o teu dinheiro.
  • Ao homem amado, a fortuna lhe dá a mão.
  • Ao homem aplicado todos lhe dão a mão.
  • Ao homem comedor, nem coisa delicada, nem apetite no sabor.
  • Ao homem de esforço a fortuna lhe dá a mão.
    var] Ao homem de esforço a fortuna lhe põe ombro.
  • Ao homem farto, as cerejas (lhe) amargam.
  • Ao homem farto, as cerejas amargam.
  • Ao homem feliz, nasce-lhe a filha primeiro.
  • Ao homem irado deve-se tirar as armas, não dar-lhas.
  • Ao homem maior, dá-lhe a honra.
  • Ao homem medroso, tudo o estremece.
  • Ao homem mesquinho, basta-lhe o/um burrinho.
  • Ao homem ousado a fortuna dá a mão.
  • Ao homem ousado a fortuna estende a mão.
    var] Ao homem ousado a fortuna lhe dá a mão.
    var] Ao homem ousado a fortuna lhe estende a mão.
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